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terça-feira, 26 de março de 2013

Dilma: queremos transformar a defesa do consumidor em política de Estado


Ao comentar o lançamento do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, a presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que o governo pretende transformar a defesa do consumidor brasileiro em uma política de Estado. Lançado no último dia 15, o pacote estabelece medidas para garantir a melhoria da qualidade dos serviços e dos produtos ofertados ao consumidor.

"Estamos tomando medidas para fortalecer os órgãos de fiscalização, melhorar o atendimento feito pelas empresas e garantir a qualidade dos produtos e dos serviços que são oferecidos. Queremos também, com essas medidas, aumentar a transparência dos contratos e das contas e garantir que as empresas deem respostas mais rápidas para os problemas que surgirem."

Durante o programa semanal Café com a Presidenta, ela lembrou que uma das ações previstas no plano é a criação de uma lista de produtos considerados essenciais e que, se apresentarem defeito, deverão ter o problema resolvido na hora. Uma alternativa às empresas será devolver o dinheiro referente ao produto, sem que o consumidor precise procurar o Procon ou a Justiça.

"Já aqueles produtos que não são essenciais, nós vamos construir uma política de estímulos à criação de assistência técnica no país, o que é muito importante para o consumidor, mas que também garante emprego e renda para muitas pessoas que participarem da atividade de assistência técnica."

Dilma ressaltou que o governo também pretende criar regras em relação a compras feitas pela internet, o chamado comércio eletrônico. A ideia, segundo ela, é dar mais transparência e definir normas para o que chamou de direito de arrependimento do consumidor em relação à compra (quando o produto não corresponde às expectativas).

"Muitas vezes, o consumidor compra um produto e, quando recebe esse produto em casa, descobre que não é exatamente o que ele esperava. Ninguém gosta de comprar gato por lebre, você não acha? Então, nós queremos deixar tudo muito claro, porque o comércio eletrônico está crescendo muito."

Por fim, a presidente destacou que o plano deve fortalecer os Procons em todo o País. A expectativa do governo é reduzir o número de processos que vão parar na Justiça, acelerar as soluções para problemas relacionados à compra e venda e estimular acordos diretos feitos entre consumidor e empresa.

"Estamos trabalhando para que os brasileiros e as brasileiras tenham cada vez mais acesso ao consumo de produtos e serviços, mas é nossa obrigação garantir que esses serviços sejam de qualidade e que a população receba atendimento respeitoso", destacou.

Fonte: Revista Isto é

quarta-feira, 20 de março de 2013

Aprovação do Governo Dilma

A aprovação do governo Dilma Rousseff chegou a 63%, o melhor resultado desde 2011, revela a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira. 

O índice está um ponto percentual acima da última pesquisa, de dezembro do ano passado, quando 62% dos entrevistados consideraram o governo ótimo ou bom. É a primeira pesquisa de avaliação do governo e avaliação pessoal de Dilma em 2013, ano considerado "decisivo", segundo interlocutores, para a campanha rumo à reeleição. Além dos 63% que consideram o governo ótimo ou bom, 29% dos entrevistados avaliaram a gestão de Dilma como regular e 7%, ruim ou péssima. O trimestre analisado foi marcado por anúncios populares da presidente, como a entrada em vigor da redução do custo da energia elétrica e também o anúncio da desoneração dos impostos federais sobre os itens da cesta básica. 

A pesquisa CNI/Ibope entrevistou 2.002 eleitores de 143 municípios. As entrevistas foram feitas entre 08 e 11 de março e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Aprovação pessoal A aprovação do modo de governar da presidente Dilma bateu novo recorde e chegou a 79%, contra 78% da pesquisa de dezembro. Apenas 17% dos entrevistados não aprovam a maneira como a presidente governa. 

Quando questionados se confiam ou não na presidente, 75% dos entrevistados responderam afirmativamente, contra 22% que não confiam em Dilma Rousseff. Os outros 3% não souberam ou não responderam à questão. 

Otimismo mantém trajetória de crescimento

A expectativa dos eleitores ouvidos pela pesquisa CNI/Ibope em relação ao restante do mandato de Dilma Rousseff vem seguindo um ritmo de otimismo, mas não chega ao índice do início do governo. Dos 2.002 entrevistados, 65% responderam que espera um resto de governo ótimo ou bom. Em março de 2011, logo após o primeiro trimestre de governo, esse otimismo era de 68%. Desde dezembro de 2011, quando o otimismo era de 58%, o percentual vem aumentando a cada pesquisa. Na última, de dezembro, 62% havia respondido que tinha expectativa ótima ou boa com o futuro do governo.



Comentário

Não sou Petista, mas não sou radical. Avalio como positivo o governo da presidente Dilma. Ela vai se rebolando para manter o país nos trilhos, apesar de alguns vagões já terem descarrilado.

Avalio também que as medidas populistas do seu governo contribuem para essa popularidade. Mas, se analisarmos, o governo passa por um período de lenções curtos, ou seja, quando cobre a cabeça, descobre os pés e vice-versa.

Vejamos: o caso do corte nas contas de luz só foi possível graças ao aumento dos combustíveis. E Guida Mantega, não precisa ser especialista para afirmar, não passa confiança na economia.

Fonte: Revista Isto é 

Você conhece o seu pior inimigo?

Não importa onde você esteja ou o que está fazendo, seu pior inimigo está sempre com você - seu ego. "Não é o meu caso", você p...