quinta-feira, 13 de junho de 2013

Burocracia

O Brasil precisa urgentemente se desburocratizar. Um país que se diz moderno e se orgulha de ser a oitava economia mundial não pode admitir os constantes descasos na prestação de serviços aos seus cidadãos.

Na semana passada e nesta semana, acompanhei exemplos claros dessa burocracia. Fui ao Detran do Iguatu renovar a minha CNH. Apresentei a minha carteira de identidade, mas ela não foi aceita porque tinha sido replastificada. Prestem atenção! Eu mesmo estava lá apresentando o documento. Era a minha foto, o registro de série único do documento e ainda tinha uma testemunha para provar que aquele documento era mesmo meu e que a pessoa que o apresentava também era realmente eu. Tive que requisitar minha carteira profissional para apresentá-la como meu documento de identidade. Até aí, tudo bem. Feitos os procedimentos e faltando apenas um exame de vista, não deu para fazê-lo, o médico oftalmologista estava doente e não pode comparecer. Ficamos de voltar nesta semana. Hoje, tinha médico, mas o sistema estava fora do ar. Neste ínterim, entre duas manhãs para renovar a minha CNH, perdi um dia inteiro de trabalho e provavelmente perderei mais uma manhã. Pode um negócio desses! Parabéns apenas para os servidores de Detran, que embora todos esses contratempos, permaneceram atenciosos com o público.

terça-feira, 11 de junho de 2013

A face impiedosa de madre Teresa

POLÊMICA
Sinônimo de caridade no séc. XX, Madre Teresa tem sua
obra social contestada por pesquisadores canadenses
Há décadas, Madre Teresa de Calcutá é símbolo das mais elevadas causas humanas. Das centenas de sedes de sua congregação, as “Missionárias da Caridade” espalhadas pelo mundo, surgem relatos do cuidado dado aos pobres, excluídos, órfãos e moribundos. Publicamente, a missionária, que morreu em 1997 aos 87 anos, é mais do que um modelo a ser seguido. Dona de um Prêmio Nobel da Paz, conquistado em 1979, e elogiada por presidentes, papas e personalidade de alto quilate, ela foi beatificada em 2003 e está a caminho da santificação. Uma referência no céu e na terra, portanto. “Mas nem todos veem Madre Teresa e sua história com bons olhos”, revela Geneviève Chénard, pesquisadora em educação da Universidade de Montreal, no Canadá. Co-autora de uma pesquisa inédita que expõe uma face pouco conhecida da religiosa, Geneviève reviu, com dois colegas, 287 documentos sobre a freira e descobriu uma nova Madre Teresa, bem menos elogiável e nobre do que a que já se conhece. “Foi uma surpresa até para mim”, admite a estudiosa, que esperava encontrar críticas mais duras, mas não antecipava a enxurrada de acusações com as quais se deparou.

De acordo com os pesquisadores, as discrepâncias entre a realidade e a biografia heroica da candidata à santa vão da administração das sedes das congregações das Missionárias da Caridade à natureza da fé de Madre Teresa. “Vimos, por exemplo, que a congregação era pouco criteriosa na hora de aceitar doações em dinheiro”, afirma Geneviève. Da análise documental, a impressão que ficou é que, para a organização, dinheiro era dinheiro, independentemente de onde vinha. Seguindo essa lógica, Madre Teresa se associou a ditadores e famosos salafrários que, nas horas vagas, se dedicavam à filantropia. De Jean-Claude Duvalier, por exemplo, ditador do Haiti acusado de corrupção e violação de direitos humanos, ela recebeu não só dinheiro, mas também uma homenagem. Já com James Keating, nebuloso investidor do mercado imobiliário americano de quem obteve patrocínio, a religiosa topou até fazer foto. No auge da arrecadação, estima-se que a congregação tinha o equivalente a R$ 102 milhões em caixa. “E o mais curioso é que, mesmo com tanto dinheiro, as condições dos doentes nas sedes era terrível”, diz Geneviève. 
 
FILOSOFIA
Falta de higiene e de remédios era a política nas congregações da
religiosa, que dizia que o mundo ganhava com o sofrimento dos pobres

Aparentemente, todo o dinheiro arrecadado ia para a expansão das obras e não para a melhoria das condições de atendimento aos doentes nas instituições que já funcionavam. E as condições eram terríveis. Relatos de médicos que fizeram visitas aos centros de tratamento e cuidado geridos pela congregação apontaram, além da falta higiene crônica, ausência de equipamentos básicos para os cuidados prestados e tratadores sem treinamento ou qualificação. Seringas eram lavadas com água fria de torneira e doenças graves eram tratadas com analgésicos simples, como o paracetamol. “Talvez esse descaso fosse parte da ética da religiosa, que via o sofrimento dos outros como algo que os aproximava de Cristo”, diz Geneviève. Em mais de uma ocasião Madre Teresa celebrou a dor como algo que enobrece. “O mundo ganha com esse sofrimento”, chegou a dizer. Curiosamente, quando adoecia, ela não se tratava nos centros geridos por ela, mas sim em hospitais de ponta na Índia e nos Estados Unidos.

Nos documentos levantados pelos canadenses, mais casos dessa ética eletiva são arrolados. Por exemplo, embora dura e inflexível, publicamente, em suas opiniões contra o divórcio, Madre Teresa fez vista grossa para o fim do casamento de Lady Diana, que, mesmo tendo se separado do príncipe Charles, continuou entre as preferidas da religiosa. “Diana foi uma grande patrocinadora das Missionárias da Caridade. Será que é por isso que ela continuou sendo recebida e elogiada?”, diz Geneviève. 



Também recaem dúvidas sobre o milagre reconhecido pelo Vaticano, que fez de Madre Teresa beata. Segundo os canadenses, o time de médicos que tratou a miraculada, a indiana Monica Besra, tem explicação científica para a cura do suposto tumor que ela tinha no abdome. Para eles, a massa, na realidade, nunca foi um tumor, mas sim um cisto, e ele desapareceu depois de nove meses de tratamento. “É de se imaginar que o Vaticano já conheça os argumentos contrários à canonização de Madre Teresa”, diz a irmã Célia Cadorin, responsável pelos processos que resultaram na canonização de São Frei Galvão e da Santa Madre Paulina. E se o processo continua correndo, é porque, aos olhos do Vaticano, as virtudes da missionária são mais fortes que seus eventuais deslizes.


Encontrei essa publicação na Isto é. Fiquei chocado.


Desligamento da TV analógica deve começar em 2015 e terminar em 2018

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (11) que o governo antecipará para 2015 o desligamento do sinal analógico de televisão nas grandes cidades. Além disso, prorrogará para 2018 o final do desligamento nos municípios do interior. O cronograma anterior previa que o desligamento total da TV analógica, que será substituída pela digital, seria concluído em 2016. Segundo o ministro, a presidenta Dilma Rousseff já autorizou a mudança, e um decreto será publicado nos próximos dias oficializando a alteração no calendário.

O ministro explicou que a flexibilização das datas é para priorizar a liberação do espectro de 700 mega-hertz nas grandes cidades, que será licitado para a tecnologia 4G no ano que vem, e também para diminuir o risco de problemas na digitalização do sinal. “Se fizer tudo em uma data só é mais difícil de administrar, a demanda por aparelhos será muito grande, aumenta o risco de termos problemas”, disse.

Fonte: Isto é

Quem mexeu no meu queijo?

Acabo de ler um livro extraordinário: Quem mexeu no meu queixo?, obra de Spencer Johnson. Incrível não apenas para quem vive imerso em negócios, emprego e até mesmo para a vida particular. 

Conheça a história dos ratos Sniff e Scurry e dos duendes Hem e Haw. Descubra em qual estágio de comportamento você está, as mudanças que precisa tomar e como descomplicar a vida é mais fácil do que imaginamos. Recomendo.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Capela de Frei Galvão encanta

Fui a missa dos 35 anos da Rádio Cultura de Várzea Alegre, na capela de Frei Galvão. Não conhecia a capela que foi construída pelo diretor presidente da rádio, Dr. Pedro Sátiro. Confesso que fiquei encantado com a beleza arquitetônica do templo religioso. Lá, foi emprego o talento do arquiteto varzealegrense Rodrigo Rolim. Parabéns.


Algumas fotos da capela.











quarta-feira, 5 de junho de 2013

35 anos da Rádio Cultura

Olá, gente! Como todos sabem, hoje, 05 de junho de 2013, a Rádio Cultura de Várzea Alegre completa 35 anos de atividade.

Não vamos aqui contar a história da emissora. Também não pretendemos incursionar pela história da comunicação.

O nosso objetivo é lembrar tão somente, que embora o advento das mais diversificadas mídias, o rádio não ficou para trás. Muito pelo contrário, continua elementarmente vivo.

O último grande acontecimento tecnológico, a entrada da internet em atividade, em 1990, para muitos, enterraria o rádio do cenário das comunicações. Não aconteceu. Aliás, o rádio se fortaleceu com a internet, passando a transmitir sua programação além das fronteiras de suas determinantes permissionárias. E olha, que a internet foi o maior invento das comunicações desde a revolução da TV, na década de 1950.

Mas, o que torna o rádio tão forte, capaz de romper os tempos incólume? A resposta é fácil: O seu proposito. O rádio foi criado com o único objetivo de servir. São as horas informadas, os acontecimentos no mundo, no país, no estado, na cidade. A boa música, a descontração do comunicador. Então, traduzimos que o rádio é um amigo. É peça estimada nas casas, nos carros, nas caminhadas, nas madrugadas. O rádio é voz dos que não têm voz. Fala. Cobra. Ajuda. É também um conselheiro. O fato do rádio não ter cara, ou seja, imagem, povoa o imaginário das pessoas, que formam em suas mentes as sensações emocionais mais diversas.

Além de todas essas vantagens, o rádio é, por sua própria natureza, formador de opinião. É nesta coluna que se sustenta o seu papel mais importante.
É formando opinião que o rádio contribui de forma substancial para as transformações sociais, edificando a sociedade e encontrando caminhos.
É também por ser formador de opinião que o rádio não pode se contrapor à sua missão, devendo ser exercido com responsabilidade. Neste veículo de comunicação não pode existir ladismos. Os favorecidos devem ser sempre os povos. Do contrário, perderia o rádio a essência do seu mister, formando alienados ao invés de cidadãos.

A construção da cidadania é caminho a ser percorrido diuturnamente pelo rádio. Sua ferramenta principal é a educação e cada conquista nesse campo, é uma vitória que deve ser exaustivamente comemorada. Dessa forma, é válido dizer que há 35 anos era implantada nesta cidade a Rádio Cultura de Várzea Alegre. Esse equipamento chegou exatamente para cumprir com essa missão. E a Rádio Cultura foi além. Muito além. Essa emissora é considerada uma das alavancas do progresso de Várzea Alegre. Ela cresceu com essa cidade. Todos os que usaram o seu potencial de transmissão, executaram a tarefa do bem servir. Assim como os que hoje aqui estão, apanharam a experiência dos mestres e se tornaram mensageiros de comunicar, educar e divertir. Essa também é uma das premissas da Rádio Cultura, conceito que vem da família Ferreira, na pessoa do idealizador da emissora, Raimundo Ferreira, para homenagear o seu irmão, o jornalista Joaquim Ferreira, do seu diretor presidente, Dr. Pedro Sátiro, que pouco tempo após a inauguração da emissora, assumiu a propriedade da rádio com todos os seus ônus e bônus. E por falar em Dr. Pedro Sátiro, é dele a frase que traduz o que é a Rádio Cultura. “ Uma emissora de Várzea Alegre, feita por varzealegrenses, para servir a nossa gente”. Essa frase tem um tom paternalista. Prova disto é que a rádio também é uma escola. Aqui muitos chegaram verdes e amadureceram nas suas salas. Não há dúvidas que outras gerações terão a missão de tocar esse empreendimento para frente. E que esse “tocar para frente” esteja nas mãos de pessoas que tenham o mesmo pensamento pedagógico dos que hoje seguem com essa história de 35 anos. Porque a frieza dos negócios não pode vencer o calor das almas alimentadas por essa praça de comunicação. Porque comunicação não é brincadeira. É responsabilidade. É também profissão de apaixonados pelo que fazem. Essa história não estaria sendo contada, não fosse a paixão que a alimenta desde os seus mais tenros dias.

Então, gente. Por ontem, por hoje e pelo futuro, bem-vindos sejam os 35 anos da RÁDIO CULTURA DE VÁRZEA ALEGRE.

Marcos Filho

terça-feira, 4 de junho de 2013

Rádio Cultura inova site

A equipe da Rádio Cultura de Várzea Alegre é a cara da emissora. Sempre em alto astral. E agora, quando chega o aniversário de 35 anos da emissora, vale mais a integração dessa equipe para interagir com os ouvintes na programação especial. 

Vale destacar que com a entrada de Nonato Alves na equipe, a emissora experimentou um novo momento em sua história, passando a transmitir sua programação pela internet apenas com áudio e agora com imagem. 

Nonato Alves é web design da Metas Comunicações. Sempre criativo, remodelou a página da Rádio Cultura. Vale a pena acessar: www.radiocultura670.com.

Você conhece o seu pior inimigo?

Não importa onde você esteja ou o que está fazendo, seu pior inimigo está sempre com você - seu ego. "Não é o meu caso", você p...