quarta-feira, 25 de março de 2015

Seis rancores que marcaram a vida de Steve Jobs

Se existe algo em comum nas histórias de sucesso é que seus protagonistas acumulam fãs e desavenças, nem sempre na mesma proporção. Com Steve Jobs não poderia ser diferente. 

A nova biografia do fundador da Apple, "Becoming Steve Jobs: The Evolution of a Reckless Upstart into a Visionary Leader", apresenta uma série de rancores que, segundo os autores Brent Schlender e Rick Tentzeler, ele teria levado para o túmulo. O Olhar Digital, com base em um texto da VentureBeat, reuniu seis deles. Veja abaixo:

1 - Neil Young: O cantor teria criticado a qualidade sonora das músicas distribuídas pelo iTunes. Esse comentário irritou Jobs profundamente a tal ponto que o criador da Apple mandou devolver um presente enviado por Young como pedido de desculpas. 

2 - Michael Eisner, CEO da Disney: Segundo o livro, os problemas entre os dois surgiram por causa de negociações sobre a distribuição de conteúdo digital. Embora tenha conseguido atingir seus objetivos, Jobs guardou mágoas do CEO.

3 - Jean-Louis Gassée, ex-executivo da Apple: De acordo com o livro, Gassée teria dito a John Sculley, CEO da Apple em 1985, que Steve estaria planejando tirá-lo da empresa na ocasião. “Mesmo com a passagem de um quarto de século, Steve ainda rosnava toda vez que o nome do francês surgia”, conta a biografia.

4 - O cofundador da Adobe, John Warnock: Donos de produtos Apple conhecem a má-vontade da empresa com a Adobe e o Flash. No entanto, nem sempre foi assim. Antes, Warnock e Jobs eram parceiros, porém a Adobe passou a favorecer a Microsoft, provocando raiva em Steve Jobs.

5 - Jon Rubinstein, ex-executivo da Apple: Rubinstein foi fundamental na criação do iPod, mas deixou a empresa por não se sentir valorizado por Steve Jobs. Em seguida, virou CEO da Palm, fazendo com que Jobs nunca o desculpasse.

6 - Google: Assim como acontecia com a Adobe, Apple e Google eram empresas parceiras. Entretanto, a relação foi prejudicada pelo lançamento do sistema operacional gratuito Android. Jobs considerava o sistema uma cópia barata do iOS e os antigos amigos foram parar nos tribunais em uma batalha judicial que permanece até hoje.

Fonte: www.administradores.com.br/

terça-feira, 24 de março de 2015

Onde estão os achacadores?


Não é prudente dizer a verdade no Brasil. Cid Gomes, ex-governador do estado do Ceará e agora ex-ministro da Educação do governo do PT/PMDB foi punido por dizer a verdade, ao citar que existem de 300 a 400 “achacadores” entre os nossos 513 deputados federais. Pegando mesmo o maior número de achacadores declarados por Cid Gomes, foram poupados 113 parlamentares da Câmara Federal.
Cid fez uma declaração comum das ruas brasileiras. A grande maioria do povo tem como verdadeira a expressão que adjetiva os políticos do país, envolta em outras formas de expressão, não menos pejorativas: Enganadores, ladrões, surrupiadores e aproveitadores...

Cid não foi vítima de suas palavras, mas de uma circunstância política. Ao tentar fortalecer uma pequena gleba de partidos para fazer frente ao principal partido aliado do governo, que age como oposição, o PMDB, passou a ser cassado até cair ontem.

Para sua queda, contribuiu uma força de outra potência do PMDB, seu ex-aliado e agora adversário mais ferrenho, Eunício Oliveira, cujo nome fora rejeitado pelos Ferreira Gomes, sabe-se lá por que, para a disputa do governo estadual. Até os discursos dos acusadores de Cid parecem ter saídos da campanha de Eunício Oliveira.

O desejo de Cid, que acredita no governo Dilma, para ele credenciado, como o governo que cassa os corruptos e quer limpar o país, era muito simples; resgatar o governo da presidente das artimanhas e sede de poder do aliado PMDB.

Dilma, uma senhora “coitada”, vive sem prumo e sem rumo liderando um governo falido, dependente da banda podre do próprio partido ao qual pertence, o PT, e do grande amigo-inimigo, o PMDB.

Cid Gomes é santo? Claro que não. É político e para ser político nesse Brasil tem que ser tudo, menos santo. Mas, ontem ele representou a voz da grande maioria dos brasileiros. Cid Gomes não recuou. De pé assistiu sua queda engendrada por uma horda de políticos, como bem declarou, oportunistas, vingativos e que fazem muito mal à nação brasileira.

Talvez seja essa a hora do próprio congresso revisitar suas gavetas e vê se existe alguma honra para servir ao povo brasileiro, pois o que temos são, raras as exceções, nomes de congressistas encurralados em maracutaias, como é caso do senador Renan Calheiros e do suspeitíssimo Eduardo Cunha.

Se o povo brasileiro não aprova o governo da presidente, que hoje conta apenas com 13% de aceitação, o congresso e seus achacadores, são respeitados por muito menos; apenas 9% da nação brasileira.

Eduardo Cunha procurou confusão e achou. Derrubou o ministro mais foi acusado por Cid Gomes de representar os achacadores do congresso.
E a palavra achacadores, que também significa, ladrão, vigarista e adjetivo de quem pratica extorsão, sai das sombras dos dicionários para ganhar as passarelas da língua. Diferentemente do governo e do congresso, com suprema aceitação popular.

Mas, os achadores, que também podem ser os mercenários descritos por Maquiavel, não existem apenas no congresso, eles estão nos corredores das câmaras municipais e das prefeituras do Brasil, da maior à menor cidade, pousando de santo e extorquindo governos e o povo.

E para terminar, vamos citar Maquiavel: “O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta”.

Marco Filho

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Onde erramos? Onde estamos?



Onde erramos? Onde estamos?
Nossos caminhos são todos descaminhos.
Na tv, as imagens são de baderna,
E me convenço: Não é na TV, isso é vida real.
Gritos, dor, violência... isso é guerra.

Onde erramos? Onde estamos?
Somos roubados, saqueados,
Vilipendiados todos os dias.
Nessa onda, os protagonistas são os alijados do sistema.
Não, não está correto. Lá há homens de gravata.

Onde estamos? Onde Erramos?
Se os engravatados, bem alimentados nos furtam?
O que fazer os descamisados, aflitos e desencaminhados?
É, por acaso, direito dos engravatados,
Nos levar o pouco resultado do nosso muito suor?

Onde estamos? Onde erramos?
Os desencaminhados lutam contra a fome.
Por fome se perdem carregando o alheio.
Bucho seco, orquestra orgânica a tocar a canção da fome.
Que ação você esperava?

Onde estamos? Onde erramos?
Homens de terno. Linho fino.
Barriga cheia e farta a sobrar das calças.
Discurso fino como disfarce ideal.
Mais criminoso que o descamisado furtador.

Onde estamos? Onde erramos?
Descamisado, com fome pelo pouco que tirou,
Envergonhado e engaiolado.
Chora sua dor e sua desdita.
Engravatado, pelo muito que levou, apenas sorriu e até foi elogiado.

Onde estamos? Onde erramos?
Vejo crianças nas ruas sem diversão.
Umas cheiram cola, outras fumam crack, muitas mendigam o pão.
Cadê nossa inocência? Quem a furtou?
Triste cena triste. Que horror.

Onde estamos? Onde erramos?
Vejo rostos inocentes marcados pelas violências.
São crianças-adultas. Tiveram que crescer antes do tempo.
Tempo cruel, matador de sonhos.
Tempo de assassinos da inocência.

Onde estamos? Onde erramos?
Vejo crianças de rostos rajados e raiados pela dor.
Seus corações pularam da pureza para o pecado.
Passaram da inocência ao convívio com a dor.
Crianças puras, onde estão e aonde vão? Não estão. Não vão.

Onde estamos? Onde erramos?
Homens de caras limpas e corações sujos.
Que matam silenciosamente de fome e de miséria.
Nação perdida para o luxo, bancada pela desgraça de tantos.
Homens de corações, não apenas sujos, mas também de pedra.

Onde estamos? Onde erramos?
Choro, dor e gritos de mil ais.
Enfermos, aos montes como entulho, nas filas de hospitais.
Morre quem tá vivo e quem tá morto.
Dor, choro, pranto e ainda muitos ais.

Onde estamos? Onde erramos?
Nossos líderes estão em extinção.
Os justos eliminados pela soberba do poder.
Renegados, sem voz, sem vez.
Tudo nos leva a desesperança.

Onde estamos? Onde erramos?
Roubaram tanto de nós que nos levaram até a fé.
Estamos em descaminho.
Homens, crianças, mulheres, jovens...
Quem nos restituirá a crença, a fé, a esperança?

Onde estamos? Onde erramos?
Todas as portas são tortas.
Somos uma nação sem destino, fadada ao fracasso.
Nossos caminhos estão em desalinho,
Nem mesmo a poesia tem rima.

Onde estamos? Onde erramos?
Estamos no hoje, no tempos dos erros.
Enxergamos e assistimos a tudo.
Somos partícipes ou meros expectadores?
Quem somos? Por quê erramos?

Marcos Filho






Simples


Gosto do que é simples.
De um sorriso farto.
De um coração aberto.
De um abraço forte.
De um beijo. Não, de um não, de vários beijos.

Gosto do sono leve.
Gosto do sonho profundo,
Que provoca reencontros,
Que mata saudades.
Sonho que nos apresenta paragens novas.

Gosto de gente de cara aberta.
Gosto de gente que tem vida nos olhos.
E não apenas nos olhos, mas também no corpo e nos gestos.
Gosto da alegria das crianças.
Do choro que cessa com um sorriso.

Gosto das boas intenções, que, impreterivelmente, agradam.
Gosto de você que ama e se entrega, que coloca o medo no mundo das “cucuias”.
Gosto do gosto da felicidade pessoal, mas também alheia.
Gosto da vida, por ser simplesmente assim: SIMPLES.

Marcos Filho

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Imagens do Açude Olho D'água

A cidade de Várzea Alegre está com imagens atualizadas no Google Earth. Pesquisando lugares bacanas da nossa cidade, fiquei maravilhado com o nosso açude Olho D’água. Embora com apenas 35% de sua capacidade de 21 milhões de metros cúbicos, a extensão de água, na época do registro das imagens impressiona. Recado: É bom economizar água.




segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Parabéns!


No sábado, 18, após uma festa entre amigos, para marcamos o sucesso da jovem Tuane de Aquino Sousa, filha dos amigos Fernando e Sheila, aprovada para o curso de medicina na Universidade Federal Vale do São Francisco em Petrolina, Pernambuco, pelas suas elevadas notas no Enem, fomos até a residência de Dona Liêda Sousa, esposa do nosso inesquecível Pedro Sousa, onde festejamos com música e alegria os seus 70 anos.  PARABÉNS!

Carateca

Carateca


O jovem varzealegrense Brendon, de 15 anos, está de parabéns. Ele é filho dos caratecas Sensei Bombeiro e Cleide. 

Em São Paulo, em Santo André, na academia matriz do Shidokan Brasil, sob o comando do Shiran Misumi, o faixa preta foi graduado com o 1º Dan. 

Com o feito, ele se torna, na sua faixa de idade, o jovem mais graduado do Brasil no estilo Shidokan.

Sensei Bombeiro, que está em Várzea Alegre, comemorou o resultado com alguns alunos da academia Shidokan.


Você conhece o seu pior inimigo?

Não importa onde você esteja ou o que está fazendo, seu pior inimigo está sempre com você - seu ego. "Não é o meu caso", você p...