quarta-feira, 25 de março de 2015

Crise no atendimento

A palavra crise não sai da mídia. Nos últimos dias ela está mais presente do que nunca. Você ouve sobre crise financeira nos telejornais, no rádio, nas novelas, nos programas humorísticos, nos lares, nos bares, nas reuniões de jovens, adultos e idosos. É crise para todos os lados. Mas, hoje quero falar sobre outro tipo de crise. Aí você pergunta: Mais uma crise? Sim, exatamente mais uma crise. Essa crise pode ser presenciada no comércio de Várzea Alegre.

O péssimo atendimento em alguns dos estabelecimentos comerciais de nossa cidade é motivo de reclamação de grande parte da população. Essa crise é constatada em pontos comerciais de diversos segmentos: Bares, restaurantes, lanchonetes, postos de combustíveis, etc.

A crise do péssimo atendimento pode nos afundar ainda mais na crise financeira por razões simples.

Fala sério? Diga que você nunca entrou em um estabelecimento comercial de Várzea Alegre e não percebeu a cara dura do atendente? É isso mesmo. Com a cara fechada vem a famosa frase: “Diga”. Dizer o quê? Essa é uma palavra que por si só denota que você não será bem atendido e razão para sair às pressas de tal estabelecimento comercial.

O cliente, motivo da existência de uma empresa e fonte de lucro, quando mal atendido, a tendência é que procure outras opções para comprar, onde se sinta bem e satisfeito em suas necessidades.

O pior é que a crise de atendimento, às vezes é o reflexo dos respectivos empresários, os chamados “donos do negócio”.

Essa situação nos imprime a ideia de sermos coagidos a comprar naquele local. É tipo: “Se comprar bem, se não comprar, tudo bem também”.  E aí cabe a pergunta: Qual a razão de montarmos com tanto sacrifício um negócio, cuja razão é ter o cliente como fonte de lucro e sustentação desse negócio e renegamos a essa fonte de sustentação da empresa um excelente atendimento?

O empresário tem que ficar atento para a atenção que o seu cliente merece. A busca pela fidelização do cliente deve ser uma constante.

A melhor campanha de marketing que pode ser feita está em encantar o seu cliente. Portanto, prezemos por um excelente atendimento. Prepare bem os seus funcionários, desde o zelador ao seu executivo. Passe para eles a missão de atender bem e de encantar seus clientes para que atravessemos com alegria a crise financeira, pois o dinheiro pode até ser pouco, mais os nossos clientes precisam ser muitos e satisfeitos. Obrigado.

Marcos Filho – Empresário e graduando em administração



Empresário mineiro procura profissional que não utilize WhatsApp

O uso de aplicativos no ambiente de trabalho pode atrapalhar a nossa produtividade?
No caso citado a seguir, a resposta é sim, muito. O empresário Gilmar Gomes, de Uberlância, MG, teve que alterar o anúncio de oferta de emprego localizado em sua loja para “Precisa-se de Vendedora com Experiência (OBS: Sem whatsapp)”, pelo simples fato de que em 15 dias, 12 candidatas foram dispensadas por usarem excessivamente o app.
Ao G1, Gilmar relatou que “elas vinham e entregavam currículo, mas não passavam no teste. Ao invés de atender as clientes, ficavam com o celular em mãos. Só se ouvia o barulho do aplicativo” e que hoje vem encontrado dificuldades para arrumar boas funcionárias. “Eu não sabia mais o que fazer e foi então que surgiu a ideia. Antes de colar o papel na porta da loja, recebia quase 20 currículos por dia. Após o cartaz, em cinco dias não recebi nem dez. As pessoas passavam aqui e fotografavam o anúncio, outras riam e até comentavam as escritas, mas pedir emprego que é bom, nada”, analisou o empresário, que relatou ainda que “a intenção era que pelo menos no horário de trabalho o aplicativo fosse deixado de lado, pois as pessoas sentem falta de um bom atendimento, de um corpo a corpo”.  
Após algumas seleções frustradas e várias demissões, o empresário conseguiu encontrar uma funcionária que não utiliza o aplicativo e claro, a contratou. O nome dela? Aline Souza, de 35 anos. Em entrevista ao G1, Aline relatou que achou o anúncio engraçado, mas depois percebeu que seria uma boa oportunidade para ela retornar ao mercado. “Vi como positivo. Como eu não tenho WhatsApp, pensei 'essa oportunidade é minha'”, contou Aline.   
O anúncio, exposto na vitrine da loja, foi fotografado e publicado em um perfil do Facebook, sendo compartilhado mais de 400 vezes logo em seguida e, claro, sendo alvo de muitas críticas por parte de usuários que não concordam com a atitude do empresário.
Segundo o advogado especialista em direitos trabalhistas Rafael Garagorry, entrevistado pelo G1, o modo com que o anúncio foi escrito pode sim ser interpretado como discriminação. “A lei 9029/95 determina que fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego. Assim, entendo que a opção por pessoas que não tenham o referido programa no celular é uma prática discriminatória”, diz Garagorry.
No entanto, “se a utilização do programa está diminuindo a produção do funcionário, deverá o mesmo ser advertido ou não permitido de utilizar o programa durante o expediente, porém o simples fato de o candidato à vaga possuir o programa não poderá ser empecilho para que seja contratado”, completou o advogado.
Fonte: Administrador.com

Na hora de ir às compras, 84% dos brasileiros preferem visitar mais de um estabelecimento

Uma pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel mostra que cada consumidor tem seu jeito preferido de ir às compras, porém 84% dos lares brasileiros preferem visitar mais de 3 canais. Quando analisados por região, foi possível identificar que a Grande RJ é que mais mixa novos pontos de venda, onde 95% dos consumidores têm esse hábito. Logo em seguida vem a grande SP com 92%, Leste e Interior do RJ, com 88%, Norte e Nordeste com 85%, Interior de SP 82%, Centro Oeste com 80%, e Sul com 72%.
Segundo o levantamento 24% dos consumidores são considerados experimentadores. Gostam de novidades e de apreciar o momento da compra. Valorizam quando algum membro da família participa dessa experiência, e tendem a se influenciar na escolha do produto e da marca.

Outros 21% dos consumidores são apressados. Costumam tomar decisões rápidas e escolhem a loja mais próxima de casa. Uma das principais características desse comprador é que ele prefere pagar um pouco mais caro em seus produtos só para poder deixar o ponto de venda rapidamente. Outros 22% são considerados observadores e analíticos, sempre pensam cuidadosamente antes de comprar e fazem questão de receber conselhos dos vendedores. Estes preferem fazer das idas ao canal de compra uma experiência social, apreciando informações sobre os produtos nas gôndolas.
Existem aqueles que são suscetíveis a preços (18%), procuram as melhores promoções e usam seus cupons de desconto. Além disso, gostam de comparar os valores entre os canais de venda antes de comprar e prestam atenção ao 'preço por quilo/litro' e não apenas no preço unitário. Já 15% são decididos e práticos, sabem o que querem comprar e por conta disso fazem economias e uma compra mais equilibrada.
Fonte: Administrador.com

Seis rancores que marcaram a vida de Steve Jobs

Se existe algo em comum nas histórias de sucesso é que seus protagonistas acumulam fãs e desavenças, nem sempre na mesma proporção. Com Steve Jobs não poderia ser diferente. 

A nova biografia do fundador da Apple, "Becoming Steve Jobs: The Evolution of a Reckless Upstart into a Visionary Leader", apresenta uma série de rancores que, segundo os autores Brent Schlender e Rick Tentzeler, ele teria levado para o túmulo. O Olhar Digital, com base em um texto da VentureBeat, reuniu seis deles. Veja abaixo:

1 - Neil Young: O cantor teria criticado a qualidade sonora das músicas distribuídas pelo iTunes. Esse comentário irritou Jobs profundamente a tal ponto que o criador da Apple mandou devolver um presente enviado por Young como pedido de desculpas. 

2 - Michael Eisner, CEO da Disney: Segundo o livro, os problemas entre os dois surgiram por causa de negociações sobre a distribuição de conteúdo digital. Embora tenha conseguido atingir seus objetivos, Jobs guardou mágoas do CEO.

3 - Jean-Louis Gassée, ex-executivo da Apple: De acordo com o livro, Gassée teria dito a John Sculley, CEO da Apple em 1985, que Steve estaria planejando tirá-lo da empresa na ocasião. “Mesmo com a passagem de um quarto de século, Steve ainda rosnava toda vez que o nome do francês surgia”, conta a biografia.

4 - O cofundador da Adobe, John Warnock: Donos de produtos Apple conhecem a má-vontade da empresa com a Adobe e o Flash. No entanto, nem sempre foi assim. Antes, Warnock e Jobs eram parceiros, porém a Adobe passou a favorecer a Microsoft, provocando raiva em Steve Jobs.

5 - Jon Rubinstein, ex-executivo da Apple: Rubinstein foi fundamental na criação do iPod, mas deixou a empresa por não se sentir valorizado por Steve Jobs. Em seguida, virou CEO da Palm, fazendo com que Jobs nunca o desculpasse.

6 - Google: Assim como acontecia com a Adobe, Apple e Google eram empresas parceiras. Entretanto, a relação foi prejudicada pelo lançamento do sistema operacional gratuito Android. Jobs considerava o sistema uma cópia barata do iOS e os antigos amigos foram parar nos tribunais em uma batalha judicial que permanece até hoje.

Fonte: www.administradores.com.br/

terça-feira, 24 de março de 2015

Onde estão os achacadores?


Não é prudente dizer a verdade no Brasil. Cid Gomes, ex-governador do estado do Ceará e agora ex-ministro da Educação do governo do PT/PMDB foi punido por dizer a verdade, ao citar que existem de 300 a 400 “achacadores” entre os nossos 513 deputados federais. Pegando mesmo o maior número de achacadores declarados por Cid Gomes, foram poupados 113 parlamentares da Câmara Federal.
Cid fez uma declaração comum das ruas brasileiras. A grande maioria do povo tem como verdadeira a expressão que adjetiva os políticos do país, envolta em outras formas de expressão, não menos pejorativas: Enganadores, ladrões, surrupiadores e aproveitadores...

Cid não foi vítima de suas palavras, mas de uma circunstância política. Ao tentar fortalecer uma pequena gleba de partidos para fazer frente ao principal partido aliado do governo, que age como oposição, o PMDB, passou a ser cassado até cair ontem.

Para sua queda, contribuiu uma força de outra potência do PMDB, seu ex-aliado e agora adversário mais ferrenho, Eunício Oliveira, cujo nome fora rejeitado pelos Ferreira Gomes, sabe-se lá por que, para a disputa do governo estadual. Até os discursos dos acusadores de Cid parecem ter saídos da campanha de Eunício Oliveira.

O desejo de Cid, que acredita no governo Dilma, para ele credenciado, como o governo que cassa os corruptos e quer limpar o país, era muito simples; resgatar o governo da presidente das artimanhas e sede de poder do aliado PMDB.

Dilma, uma senhora “coitada”, vive sem prumo e sem rumo liderando um governo falido, dependente da banda podre do próprio partido ao qual pertence, o PT, e do grande amigo-inimigo, o PMDB.

Cid Gomes é santo? Claro que não. É político e para ser político nesse Brasil tem que ser tudo, menos santo. Mas, ontem ele representou a voz da grande maioria dos brasileiros. Cid Gomes não recuou. De pé assistiu sua queda engendrada por uma horda de políticos, como bem declarou, oportunistas, vingativos e que fazem muito mal à nação brasileira.

Talvez seja essa a hora do próprio congresso revisitar suas gavetas e vê se existe alguma honra para servir ao povo brasileiro, pois o que temos são, raras as exceções, nomes de congressistas encurralados em maracutaias, como é caso do senador Renan Calheiros e do suspeitíssimo Eduardo Cunha.

Se o povo brasileiro não aprova o governo da presidente, que hoje conta apenas com 13% de aceitação, o congresso e seus achacadores, são respeitados por muito menos; apenas 9% da nação brasileira.

Eduardo Cunha procurou confusão e achou. Derrubou o ministro mais foi acusado por Cid Gomes de representar os achacadores do congresso.
E a palavra achacadores, que também significa, ladrão, vigarista e adjetivo de quem pratica extorsão, sai das sombras dos dicionários para ganhar as passarelas da língua. Diferentemente do governo e do congresso, com suprema aceitação popular.

Mas, os achadores, que também podem ser os mercenários descritos por Maquiavel, não existem apenas no congresso, eles estão nos corredores das câmaras municipais e das prefeituras do Brasil, da maior à menor cidade, pousando de santo e extorquindo governos e o povo.

E para terminar, vamos citar Maquiavel: “O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta”.

Marco Filho

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Onde erramos? Onde estamos?



Onde erramos? Onde estamos?
Nossos caminhos são todos descaminhos.
Na tv, as imagens são de baderna,
E me convenço: Não é na TV, isso é vida real.
Gritos, dor, violência... isso é guerra.

Onde erramos? Onde estamos?
Somos roubados, saqueados,
Vilipendiados todos os dias.
Nessa onda, os protagonistas são os alijados do sistema.
Não, não está correto. Lá há homens de gravata.

Onde estamos? Onde Erramos?
Se os engravatados, bem alimentados nos furtam?
O que fazer os descamisados, aflitos e desencaminhados?
É, por acaso, direito dos engravatados,
Nos levar o pouco resultado do nosso muito suor?

Onde estamos? Onde erramos?
Os desencaminhados lutam contra a fome.
Por fome se perdem carregando o alheio.
Bucho seco, orquestra orgânica a tocar a canção da fome.
Que ação você esperava?

Onde estamos? Onde erramos?
Homens de terno. Linho fino.
Barriga cheia e farta a sobrar das calças.
Discurso fino como disfarce ideal.
Mais criminoso que o descamisado furtador.

Onde estamos? Onde erramos?
Descamisado, com fome pelo pouco que tirou,
Envergonhado e engaiolado.
Chora sua dor e sua desdita.
Engravatado, pelo muito que levou, apenas sorriu e até foi elogiado.

Onde estamos? Onde erramos?
Vejo crianças nas ruas sem diversão.
Umas cheiram cola, outras fumam crack, muitas mendigam o pão.
Cadê nossa inocência? Quem a furtou?
Triste cena triste. Que horror.

Onde estamos? Onde erramos?
Vejo rostos inocentes marcados pelas violências.
São crianças-adultas. Tiveram que crescer antes do tempo.
Tempo cruel, matador de sonhos.
Tempo de assassinos da inocência.

Onde estamos? Onde erramos?
Vejo crianças de rostos rajados e raiados pela dor.
Seus corações pularam da pureza para o pecado.
Passaram da inocência ao convívio com a dor.
Crianças puras, onde estão e aonde vão? Não estão. Não vão.

Onde estamos? Onde erramos?
Homens de caras limpas e corações sujos.
Que matam silenciosamente de fome e de miséria.
Nação perdida para o luxo, bancada pela desgraça de tantos.
Homens de corações, não apenas sujos, mas também de pedra.

Onde estamos? Onde erramos?
Choro, dor e gritos de mil ais.
Enfermos, aos montes como entulho, nas filas de hospitais.
Morre quem tá vivo e quem tá morto.
Dor, choro, pranto e ainda muitos ais.

Onde estamos? Onde erramos?
Nossos líderes estão em extinção.
Os justos eliminados pela soberba do poder.
Renegados, sem voz, sem vez.
Tudo nos leva a desesperança.

Onde estamos? Onde erramos?
Roubaram tanto de nós que nos levaram até a fé.
Estamos em descaminho.
Homens, crianças, mulheres, jovens...
Quem nos restituirá a crença, a fé, a esperança?

Onde estamos? Onde erramos?
Todas as portas são tortas.
Somos uma nação sem destino, fadada ao fracasso.
Nossos caminhos estão em desalinho,
Nem mesmo a poesia tem rima.

Onde estamos? Onde erramos?
Estamos no hoje, no tempos dos erros.
Enxergamos e assistimos a tudo.
Somos partícipes ou meros expectadores?
Quem somos? Por quê erramos?

Marcos Filho






Simples


Gosto do que é simples.
De um sorriso farto.
De um coração aberto.
De um abraço forte.
De um beijo. Não, de um não, de vários beijos.

Gosto do sono leve.
Gosto do sonho profundo,
Que provoca reencontros,
Que mata saudades.
Sonho que nos apresenta paragens novas.

Gosto de gente de cara aberta.
Gosto de gente que tem vida nos olhos.
E não apenas nos olhos, mas também no corpo e nos gestos.
Gosto da alegria das crianças.
Do choro que cessa com um sorriso.

Gosto das boas intenções, que, impreterivelmente, agradam.
Gosto de você que ama e se entrega, que coloca o medo no mundo das “cucuias”.
Gosto do gosto da felicidade pessoal, mas também alheia.
Gosto da vida, por ser simplesmente assim: SIMPLES.

Marcos Filho

Você conhece o seu pior inimigo?

Não importa onde você esteja ou o que está fazendo, seu pior inimigo está sempre com você - seu ego. "Não é o meu caso", você p...