terça-feira, 15 de setembro de 2015

Como trabalhar com outras pessoas - e fazer disso uma jornada fantástica

Inevitavelmente, independente do porte da organização, você irá trabalhar com outras pessoas. Fato. Saber lidar com os demais, aceitar suas particularidades, controlar o seu próprio gênio, independente de exercer o papel de líder em um grupo, são questões fundamentais para o seu sucesso como administrador.
Particularmente, aprendi isso no tapa. Em minha adolescência, fiz parte do grêmio estudantil do colégio. Sabe aquele sujeito que pega todo o trabalho pra si pra depois ficar reclamando que ninguém faz nada e só ele é responsável por tudo? Eu era esse cara. Certa vez, em um bate-boca na sala de reuniões, um dos membros do grupo se virou pra mim e disse: “Leandro, você é muito bom no que faz sozinho, mas não sabe nem um pouco trabalhar em equipe”. Essa foi a melhor bofetada que já levei na vida, vinda de um garoto de 15 anos. A partir desse dia, passei a mudar minhas atitudes e minha própria percepção sobre trabalhar com outras pessoas, e isso foi algo decisivo na vida profissional que vim a desenvolver muitos anos depois. Espero poder encontrar novamente aquele garoto para lhe agradecer pelo que fez por mim.

Não tente entortar a colher

Logicamente, essa mudança não foi instantânea, do tipo da água pro Tang. Você reconhecer que tem uma fraqueza é apenas o primeiro passo, mas superá-la envolve uma verdadeira batalha consigo mesmo e com o seu ego maldito, que teima em iludi-lo com falsas percepções sobre você mesmo e sobre os outros. E quando se consegue superar isso de fato? 
Não sei se você assistiu ao filme Matrix, um dos meus preferidos de todos os tempos. Em uma determinada cena, Neo, o personagem que vive uma jornada ao encontro de si mesmo, vê um garotinho entortando uma colher, aparentemente apenas com a força do pensamento. O diálogo que se segue é memorável. Enquanto Neo olha desconcertado para a colher, o garotinho fala:
— Não tente entortar a colher. É impossível. Em vez disso, tente apenas ver a verdade. 
— Que verdade? — pergunta Neo. 
— Não existe colher — responde o pequeno monge. 
— Não existe colher? — estranha Neo.
— Você verá que não é a colher que entorta. É você mesmo. — conclui o garotinho.
Qual é o ponto aqui? Em sua jornada pessoal de crescimento, você irá procurar as raízes de suas crenças, de suas idiotices, de seus medos e inseguranças. Você irá procurar seu ego, porque você quer dominá-lo e não ser dominado por ele. O que ocorre é que nessa busca pelo ego, você irá descobrir a verdade. Que verdade? Não existe colher. Não existe ego. Essas distorções do tipo “eu sou o cara” não passam de desejos, necessidades de autoafirmação, aceitação, reconhecimento, ou qualquer outro tipo de armadilha do ego - o tal ego que nem existe.  
Quando você se dá conta disso, acaba se abrindo para o verdadeiro crescimento. Você reconhece que pouco sabe, e isso abre a sua mente para que muito aprenda. Você se dá conta que o mundo é um lugar de possibilidades fantásticas, e que as pessoas que encontra pelo caminho têm muito a lhe ensinar.
Espero não ter dado um nó na sua cabeça com essa piração, mas, voltando ao nosso assunto, anote o que vou dizer agora: nós só conseguimos as coisas – qualquer coisa – através das pessoas. Não quero soar utilitarista quando digo isso, muito pelo contrário. O que quero deixar evidente para você, caro leitor, é que todas as nossas conquistas não são conquistas individuais. Haverá sempre a contribuição de incontáveis pessoas. Observe sua própria história de vida e tente reconhecer essas pessoas. O professor que lhe encorajou a aprender algo, alguém que lhe deu uma oportunidade de estágio ou trabalho, o sujeito que criticou alguma atitude errada sua, ou o outro que elogiou o seu trabalho. Seus pais. A sua companheira ou companheiro. Reconheça, seja sempre grato e nunca se esqueça: não existe colher. 
Fonte: Administradores.com

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Alguém está fazendo o que você deixou de fazer

O setor de vendas é que deve estar mais animado dentro de uma loja. E isso não é exigir demais do colaborador. Em primeiro lugar, por que ele tem que ter consciência que sua proatividade para as vendas é a garantia de resultados positivos tanto para a loja, como para a sua renda pessoal.

Os noticiários, sempre catastróficos da crise financeira no Brasil, são desanimadores. Mas, os vendedores não podem entrar nessa onda. Se alguém necessita driblar a crise, esse alguém é o vendedor.

Profissional que geralmente ganha comissão, o vendedor não pode pensar em crise, mas em resultados. Tem que estar sempre motivado.

Deve o vendedor agir tal qual a um cantor ou ator, que independente das circunstâncias tem que fazer o show ou encenar a peça.

É deprimente entrar em uma loja e ser recebido por vendedores cabisbaixos, sem sorriso, triste, com cara de derrota.

Vendedor tem que ter brilho nos olhos e atitudes vencedoras. Vendedor é artista e o salão é o seu palco. Nenhum cliente pode sair de uma loja, da presença de um vendedor, sem aquela sensação maravilhosa de satisfação de suas necessidades.

Vendedores não podem se esconder por trás das cortinas, escorados em móveis que cheiram a poeira de tanto tempo no salão de vendas.

A meta do vendedor é sorriso no rosto, produto vendido, cliente satisfeito e dinheiro no bolso.

As empresas podem contribuir para que o setor de vendas seja sucesso em tempos de crise. Os incentivos devem ser variados, como treinamento de equipe, brindes por metas alcançadas, decoração do salão de vendas, boas campanhas para os clientes, entre outras iniciativas que também digam ao mercado que a empresa está ativa.

Vendedores, não façam dos móveis ou qualquer que seja o produto, de muletas, escoras, calços. Para o profissional, móveis foram feitos para vender. 

Tem crise? Sim. E daí?! Levante a cabeça e comece a pensar em novas estratégias, em veredas ou caminhos para chegar no seu cliente. 

Faça a travessia, estenda os braços, sua comissão está viva e no bolso de alguém que está fazendo o que você está deixando de fazer. 

Boas vendas. 

Marcos Filho

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Geração Z

Os relacionamentos humanos, tão necessários ao desenvolvimento das pessoas e tão fundamental para o progresso das nações, andam cada vez mais ameaçados.

Já atravessamos muitas gerações – Boomer,  Babyboom, X e Y, cada uma com suas características muito próprias, mas ainda assim, com uma carga voltada para a interação das pessoas.

Observando essas gerações, percebe-se que passamos por uma completa transformação de comportamentos sociais e pessoais. Fomos do conservadorismo Boomer aos avanços tecnológicos apresentados para as gerações x e y.

E a nova geração, esta que começou no início dos anos 1990, batizada de geração Z, preocupa por ser adepta de um comportamento individualista, apressado, imediatista, sem observar as relações de família como padrão e totalmente conectado, tendo no mundo virtual seu maior espaço. Uma geração dependente da tecnologia.

Essa geração que está chegando ao mercado de trabalho, demandará das empresas uma preocupação a mais, já que terão que trabalhar em equipe, conviver com outras pessoas, resolver conflitos. Elas terão que sair do isolamento virtual e de suas preferências para o mundo real, convivendo com outras pessoas, inclusive de outras gerações.

É importante que as empresas estejam preparadas para essa demanda, pois necessitará desses jovens, que dominam tudo o que é tecnologia, mas não sabem dominar as inter-relações pessoais.


As empresas precisam abrir as partas para essa geração e dizer: Bem-vindos ao mundo real, é aqui que vocês começam a descobrir que precisam uns dos outros para crescer e se desenvolver como agentes de transformação do mundo.

Marcos Filho

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Intensão de consumo cai pela 7ª vez seguida

A tendência de queda na intenção de consumo das famílias, verificada desde o segundo semestre de 2014, continua e atingiu, novamente, o menor nível da série histórica iniciada em janeiro de 2010, sendo a quarta consecutiva abaixo de 100 pontos e a sétima queda seguida. Neste mês de agosto, o índice registrou quedas de 5,9%, na comparação com o mês passado, e de 32,3%, em relação a agosto de 2014. Neste mês, novamente, todos os sete indicadores analisados apresentaram queda, sendo que a maior contribuição negativa foi registrada pelo quesito Momento para Duráveis, que registrou queda de 49,5% nas intensões de compra dos consumidores, na comparação anual.
As informações, divulgadas, ontem, são da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – indicador da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A entidade atribui o resultado de agosto à queda da economia brasileira, que acumula queda de 1,7% nos 12 meses encerrados em maio – maior variação negativa desse indicador desde o final de 2009. “Além disso, o IPCA vem registrando aceleração anual desde fevereiro deste ano, alcançando, no último mês de julho, seu patamar mais elevado (9,56%) desde novembro de 2003 (11%)”, destacou a CNC, em nota. 
Comportamento
Na ordem dos componentes de maior impacto negativo, o indicador Perspectivas de Consumo teve, pela segunda vez seguida, o pior resultado mensal, com queda de 11,4% (67,3 pontos). Na comparação anual o índice apresentou recuo de 46,7% e a propensão a consumir nos próximos meses é menor na opinião de 55,7% dos entrevistados. O corte por faixas de renda revelou que, ante o índice registrado em agosto de 2014, a maior queda nesse subíndice deu-se entre as famílias com rendimento acima de dez salários mínimos (-12,4%).
Acompanhando o resultado registrado no mês passado, o Momento para Duráveis - uma das sete variáveis que compõem o ICF – apresentou a terceira maior variação negativa no mês (9,2%), e a mais intensa em 12 meses (-49,5%). Com 54,3 pontos, esse é, novamente, o menor nível anual registrado de toda a série histórica. Regionalmente, o Nordeste desponta com queda de 13,1%, a maior na comparação mensal. Já na sobre igual mês de 2014, o índice é de 40%, atrás das regiões Norte (56,5%), Sul (46,9%) e Sudeste (43%).
O levantamento destaca que o encarecimento do crédito ao consumidor justifica a inércia no volume de vendas. “Segundo dados do Banco Central, a taxa média de juros cobrada nas operações com recursos livres destinadas às pessoas físicas se encontra em 58,6% ao ano contra os 49,4% registrados um ano atrás”, destacou a CNC. A maior parte das famílias – 69,2% ante 66% em julho – considera o momento atual desfavorável para aquisição de duráveis.
Outro componente que merece atenção é Compra a Prazo – que ratifica a queda nas intenções de consumo. Esse indicador registrou recuo mensal de 4,8%, e, na comparação anual, retração de 35,8%, com 80,9 pontos – o menor nível da série e abaixo do nível de indiferença. 
Consumo e confiança
Já o Nível de Consumo Atual, apresentou quedas de 7,4% em relação ao mês anterior e 38,2% comparativamente a igual período do ano passado. O índice está em 62,3 pontos – seguindo abaixo do nível de indiferença. Na análise mensal, o Nível de Confiança das Famílias, com renda abaixo de dez salários mínimos, mostrou queda de 4,4% na comparação mensal.
Somam-se a esse cenário os reflexos negativos oriundos do mercado de trabalho sobre os níveis de confiança dos consumidores. Para 32,1% dos entrevistados o nível atual de renda é considerado insatisfatório – nível recorde na série histórica da pesquisa, enquanto que, em agosto de 2014, 15% registravam insatisfação, de acordo com esse subíndice. A queda da conjuntura dos indicadores tem reflexo do componente Emprego Atual, com quedas de 3,1%, sobre julho último, e de 16,6% na comparação com igual mês de 2014.
A CNC acredita que a combinação entre a queda no ritmo de atividade econômica e o atual nível de inflação contribui para reduzir as chances de reversão desse quadro em médio prazo. Diante da deterioração das condições de consumo, a Confederação reduziu a expectativa quanto à variação do volume de vendas para o varejo restrito em 2015, de queda de 1,9% para recuo de 2,4%. Apropriando-se o desempenho esperado pelos segmentos de materiais de construção e comércio automotivo, a previsão da entidade, para o fechamento do ano corrente, aponta para uma queda de 6,5%.
O Estado

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Banco do Brasil abre concurso público com 860 vagas para cargo de escriturário

O Banco do Brasil divulgou nesta segunda-feira (10) o edital do concurso público com 860 vagas para o cargo de escriturário, com salário de R$ 2.227,26. Ao todo, são 95 vagas imediatas e 860 para formação de cadastro reserva
A jornada de trabalho para os aprovados será de 30h semanais. O edital informa que os candidatos devem ter no mínimo o ensino médio concluído. 
O prazo para inscrições inicia na próxima terça-feira (11) e segue até o dia 31 de agosto pelo site da Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br), que é a organizadora responsável do concurso. A taxa é de R$ 42.
Além do salário, o BB oferece participação nos lucros, vale-transporte, vale-cultura, auxílio-creche, ajuda alimentação/refeição, auxílio a filho com deficiência; plano odontológico, assistência médica e previdência privada. O concurso terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogada, uma vez, por igual período.
Entre as funções do cargo estão comercialização de produtos e serviços do banco, atendimento ao público, atuação no caixa (quando necessário), entre outras atividades. Os aprovados serão distribuídos em agências do Banco do Brasil dos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Fonte: Diário do Nordeste.

sábado, 8 de agosto de 2015

Mercado de pequenos animais ganha loja em Várzea Alegre

Notar uma oportunidade de negócio, e mais do que isso, tornar essa oportunidade real é qualidade de empresários visionários.

É lógico que as oportunidades de negócios passam por toda uma avaliação mercadológica para fins de viabilidade do empreendimento pretendido.

Na cidade de Várzea Alegre, o médico veterinário José Wilton de Menezes, que já atua no comércio com a Casa do Campo, percebeu um novo nicho para sua atuação profissional: O mercado de pequenos animais.

A partir desta percepção, passou a estudar os detalhes do negócio. A ideia ganhou musculatura e se tornou realidade com a inauguração neste sábado, dia 08 de agosto de 2015.


No local serão oferecidos serviços de tosa, embelezamento, venda de alimentos e acessórios, além de clínica veterinária, numa área com estrutura totalmente departamentalizada.




quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Dia dos Pais 10% mais fraco deve movimentar R$ 100 mi

Mais da metade dos consumidores não deve comprar presentes no Dia dos Pais em Fortaleza e Região Metropolitana neste ano. A expectativa é que a data gere um faturamento de R$ 100 milhões em 2015 com a compra de presentes, o que representa uma queda de 10% em relação a igual período do ano passado, quando as vendas somaram R$ 110,4 milhões. É o que aponta a pesquisa sobre o Potencial de Consumo de Fortaleza Dia dos Pais, realizada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE).
Para a diretora institucional da Fecomércio-CE, Cláudia Brilhante, a diminuição nas vendas é motivada pelo cenário de crise econômica do País. "O consumidor está mais cauteloso e, por isso, compra menos", observa.
Mesmo com a queda no faturamento, o feriado ainda se mantém como a quinta melhor data para o comércio varejista de Fortaleza, ficando atrás apenas do Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia da Criança. O valor médio da compra é estimado em R$ 133.
Cláudia ressalta que, mesmo diante de valores mais salgados na conta de luz e na alimentação, resultando em menos sobras no orçamento dos consumidores, o comércio cearense é criativo e criou várias promoções para a data a fim de atrair o público. Outra orientação dada aos comerciantes, pela Fecomércio, é que reduzam o seu lucro e negociem com os clientes devedores para que esses consumidores voltem ao mercado.
Promoções
De acordo com o levantamento, a maior motivação para a escolha do presente são as promoções, apontadas por 53,3% dos cearenses, seguida por preços (42,3%), qualidade dos produtos (26,1%) e beleza das vitrines (20,5%). Cerca de 46% dos entrevistados pretendem comemorar a data, porém, o local escolhido por 82,5% é a própria casa. Apenas 9,7% dos fortalezenses pretendem sair para restaurantes no próximo domingo.
A procura por restaurantes varia com a classe social, sendo mais intensa no grupo com renda superior a seis salários mínimos (20,6%).
Cláudia Brilhante explica que não é uma surpresa para a federação a maioria dos consumidores optar por ficar em casa. "No Dia das Mães, as pessoas saem mais porque, normalmente, a mãe é quem cozinha, e os filhos querem tirar ela de casa durante a data. Já no Dia dos Pais, a família opta por cozinhar para o pai e ficar em casa", diz.
Os shopping centers e os centros comerciais são os locais preferidos para a procura do presente, sendo citados por 55,6% dos entrevistados. As lojas de rua apareceram em 27,7% das respostas, e os supermercados e hipermercados com 24,9%. O dia de maior procura por presentes é o sábado, tendo sido apontado por 33,4% dos consumidores.
Vestuário
Dando preferência por vestuário, itens de perfumaria, sapatos e relógios, 42,1% afirmaram que pretendem ir às compras para o Dia dos Pais, percentual idêntico à pesquisa realizada no ano passado. De acordo com o levantamento da Fecomércio-CE, o perfil predominante do potencial comprador é do sexo feminino (44,2%), com idade até 20 anos (56,4%) e renda familiar superior a seis salários mínimos (51,2%).
O padrão de consumo para o Dia dos Pais mostra grande homogeneidade nos produtos que se deseja adquirir, com 96% das indicações de compra em apenas quatro itens.
Preferência
A preferência é pelos artigos de vestuário, com 49,8% de intenção, seguidos por itens de perfumaria (21,5%), calçados e bolsas (17,8%) e aparelhos e relógios (6,9%).
"Nos anos de 2013 a 2015, o vestuário está sempre em primeiro lugar dentre as opções de presentes para os pais. Acreditamos que um objeto eletrônico é uma coisa muito pessoal, algo que a própria pessoa deseja escolher de acordo com seu gosto, além de ser mais caro. Por isso, a maioria opta por roupas", explica Cláudia Brilhante.
Ainda conforme a pesquisa Potencial de Consumo de Fortaleza Dia dos Pais, a forma de pagamento mais utilizada será o pagamento à vista (70,1% das respostas), seguida do cartão de crédito (32,6%).
Fonte: Diário do Nordeste

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Não importa onde você esteja ou o que está fazendo, seu pior inimigo está sempre com você - seu ego. "Não é o meu caso", você p...