terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Prosa de Drummond


O ótimo poeta mineiro, Carlos Drummond de Andrade, que enfeitou o nosso universo de poesia, também nos emprestou o seu talento à prosa literária. A maestria da pena não estava entre suas mãos a cruzar os papéis brancos dotando-os de vida e maravilhando nossos olhos e corações. Tudo estava na sua mente privilegiada. Esse texto é mais uma prova do talento irrefutável do poeta. Você vai gostar de ler.

HOJE NÃO ESCREVO

Chega um dia de falta de assunto. Ou, mais propriamente, de falta de apetite para os milhares de assuntos.
Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho na maquininha. O mundo deixa de ser realidade quente para se reduzir a marginália, purê de palavras, reflexos no espelho (infiel) do dicionário.
O que você perde em viver, escrevinhando sobre a vida. Não apenas o sol, mas tudo que ele ilumina. Tudo que se faz sem você, porque com você não é possível contar. Você esperando que os outros vivam para depois comentá-los com a maior cara-de-pau (“com isenção de largo espectro”, como diria a bula, se seus escritos fossem produtos medicinais). Selecionando os retalhos de vida dos outros, para objeto de sua divagação descompromissada. Sereno. Superior. Divino. Sim, como se fosse deus, rei proprietário do universo, que escolhe para o seu jantar de notícias um terremoto, uma revolução, um adultério grego – às vezes nem isso, porque no painel imenso você escolhe só um besouro em campanha para verrumar a madeira. Sim, senhor, que importância a sua: sentado aí, camisa aberta, sandálias, ar condicionado, cafezinho, dando sua opinião sobre a angústia, a revolta, o ridículo, a maluquice dos homens. Esquecido de que é um deles.

Ah, você participa com palavras? Sua escrita – por hipótese – transforma a cara das coisas, há capítulos da História devidos à sua maneira de ajuntar substantivos, adjetivos, verbos? Mas foram os outros, crédulos, sugestionáveis, que fizeram o acontecimento. Isso de escrever O Capital é uma coisa, derrubar as estruturas, na raça, é outra. E nem sequer você escreveu O Capital. Não é todos os dias que se mete uma idéia na cabeça do próximo, por via gramatical. E a regra situa no mesmo saco escrever e abster-se. Vazio, antes e depois da operação.

Claro, você aprovou as valentes ações dos outros, sem se dar ao incômodo de praticá-las. Desaprovou as ações nefandas, e dispensou-se de corrigir-lhe os efeitos. Assim é fácil manter a consciência limpa. Eu queria ver sua consciência faiscando de limpeza é na ação, que costuma sujar os dedos e mais alguma coisa. Ao passo que, em sua protegida pessoa, eles apenas se tisnam quando é hora de mudar a fita no carretel.

E então vem o tédio. De Senhor dos Assuntos, passar a espectador enfastiado de espetáculo. Tantos fatos simultâneos e entrechocantes, o absurdo promovido a regra de jogo, excesso de vibração, dificuldade em abranger a cena com o simples par de olhos e uma fatigada atenção. Tudo se repete na linha do imprevisto, pois ao imprevisto sucede outro, num mecanismo de monotonia… explosiva. Na hora ingrata de escrever, como optar entre as variedades de insólito? E que dizer, que não seja invalidado pelo acontecimento de logo mais, ou de agora mesmo? Que sentir ou ruminar, se não nos concedem tempo para isso entre dois acontecimentos que desabam como meteoritos sobre a mesa? Nem sequer você pode lamentar-se pela incomodidade profissional. Não é redator de boletim político, não é comentarista internacional, colunista especializado, não precisa esgotar os temas, ver mais longe do que o comum, manter-se afiado como a boa peixeira pernambucana. Você é o marginal ameno, sem responsabilidade na instrução ou orientação do público, não há razão para aborrecer-se com os fatos e a leve obrigação de confeitá-los ou temperá-los à sua maneira. Que é isso, rapaz. Entretanto, aí está você, casmurro e indisposto para a tarefa de encher o papel de sinaizinhos pretos. Concluiu que não há assunto, quer dizer: que não há para você, porque ao assunto deve corresponder certo número de sinaizinhos, e você não sabe ir além disso, não corta de verdade a barriga da vida, não revolve os intestinos da vida, fica em sua cadeira, assuntando, assuntando…

Então hoje não tem crônica.

Construindo a reeleição


A presidente Dilma Rousseff segue os caminhos do seu padrinho Lula. 

Nosso ex-presidente encontrou nas classes mais carentes do país a eternização do seu nome. Depois de Getúlio Vargas, Lula é o novo “pai dos pobres" do país. Dilma entendeu como o negócio funciona e se encaixa no perfil com a proposta de erradicação da miséria absoluta do país. 

Na condição de “mãe dos pobres”, a presidente Dilma sedimenta o seu caminho rumo à reeleição. Enquanto isso, a oposição, com imagem de elitista, não apresenta propostas consistentes ao país. Isto fica mais claro no artigo com o título: "DA ASCENSÃO DE CLASSES AO FIM DA MISÉRIA", escrito pelo diretor editorial da revista Época, Carlos José Marques.

Completando uma década no comando do País – na soma dos dois mandatos de Lula e metade do primeiro de Dilma –, o Partido dos Trabalhadores tenta aprofundar sua imagem de uma legenda que governa para os mais necessitados. Lula ostentou a bandeira da melhoria de renda e ascensão das classes C e D, arrebatando a marca de 40 milhões de novos consumidores. 

Dilma busca agora dar um passo adiante: planeja a erradicação da miséria no País. Era promessa de campanha e, desde a semana passada, converteu-se em palpável realidade prestes a se confirmar. A ambiciosa conquista está calçada no novo programa de resgate de 22 milhões de brasileiros da condição de pobreza extrema. São pessoas que, pelos critérios oficiais, ganham abaixo de R$ 70 por mês. Aqueles identificados nesse contingente, cadastrados no Bolsa Família, terão, a partir do mês de março, um reajuste do benefício, a título de complemento, para ultrapassarem essa linha da miséria absoluta.

Estima-se que ao menos 700 mil cidadãos ainda se encontrem à margem de qualquer benefício social, fora dos registros do Bolsa Família. Dilma promete ir à caça dessa “miséria invisível”. A salvação dos indigentes, no entanto, não resolve por completo o quadro de desigualdade social que marca historicamente o Brasil. Milhões de cidadãos continuam alijados do processo de desenvolvimento, sem acesso a instrumentos básicos para a melhoria de sua qualidade de vida – como luz, água, saúde, transporte, educação, etc. São os brasileiros excluídos, para os quais esses artigos representam um luxo fora de alcance, por absoluta negligência do Estado ao longo de séculos, entra governo, sai governo. A gestão Dilma, a julgar pelo que ela alardeia em palanque, vai reverter as estatísticas negativas também nesses campos. 

No conjunto de medidas adotadas, já mais que dobrou os investimentos previstos no cronograma do Bolsa Família. O incremento anual alcança a cifra de R$ 9,7 bilhões. Críticos falam na ineficácia do assistencialismo sem consequência. Mas a prática tem mostrado o contrário. É na camada de cidadãos paupérrimos que começa a surgir algum sopro de estímulo capaz de empurrar a nau da economia. 

E, não por menos, também é ali que a presidenta tem angariado seus recordes de popularidade e firmado a base de eleitores. 

Ao falar em erradicação da miséria, ninguém tem dúvida de que ela almeja pavimentar o caminho para a reeleição. Decerto a corrida presidencial ganhou as ruas. 

Fonte: Revista Época

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pesquisa sobre drogas e bebida

Foto: Gatty Images
Um pouco mais de informação para nos conscientizamos. Texto do site Terra.

Não é novidade que o uso de drogas e uso abusivo de álcool interferem na performance sexual do homem. No entanto, ao contrário do que se pensava, os efeitos não duram algumas semanas, e sim anos. As informações são do Daily Mail.

Em um estudo da Universidade de Granada, na Espanha, e da Santo Tomas University, na Colômbia, publicado no Journal of Sexual Medicine, foram analisados 906 homens. Deles, 550 foram diagnosticados com certo grau de vício ao álcool, cocaína, heroína, maconha, speedball ou uma combinação dos fatores. Mas nenhum era dependente na época em que o estudo foi realizado.
Os outros 356 participantes nunca haviam experimentado drogas ou bebido muito.

Foram avaliadas quatro áreas da vida sexual: desejo, satisfação, ereção e orgasmo.

Efeitos

Os usuários de drogas tiveram performance moderada a ruim, em comparação a quem nunca havia usado nada.

Usuários de cocaína têm desejo alto durante o pico de atuação da droga. Usuários de speedball têm mais prazer, mas um desejo menor.
A cocaína, por sua vez, atrasa ou inibe a ejaculação.

Além disso, foi observado que os efeitos do álcool e das drogas levaram anos para pararem de fazer efeito.

Fonte: Terra

Drummond


Academia Shidokan



No último sábado, 23 de fevereiro, participei da festa de aniversário da academia de Karatê Shidokan, do Sensei Bombeiro. Há oito anos o Sensei Bombeiro começou o seu projeto que aos poucos ganhou a simpatia e o respeito do povo de Várzea Alegre. Eu tive a satisfação de ser um dos primeiros alunos da Academia. 

Treinávamos, ainda no CREVA – Clube Recreativo de Várzea Alegre, o Sensei Bombeiro, Beto (filho de Preta Bilica), e eu. Passei mais de um ano fazendo aulas, e depois, devido ao trabalho, tive que me afastar. O Beto prosseguiu e hoje é faixa preta e um dos melhores atletas da Academia.

Turma de Academia


O Sensei Bombeiro já revelou outros talentos e com certeza muitos outros surgirão. Quanto a mim, estou de volta, tentando conciliar o trabalho e as aulas, o que faço com prazer. Admiro, acima de tudo, a disciplina imposta pela Academia Shidokan. 

Eu, Sensei Bombeiro, Cícero Sousa e Batista Jr.


E o Sensei Bombeiro tem know-how para o serviço. Ele é bicampeão sul-americano, tricampeão brasileiro, bicampeão interestadual e uma vez campeão intercontinental de Karatê. E vem mais por aí. O Sensei Bombeiro organiza um campeonato em Várzea Alegre para 29 de setembro, reunindo caratecas do Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile.

Yoani: Uma mulher de coragem


Ela poderia ser apenas mais um habitante da ilha caribenha de Cuba, dominada pela ditadura de Fidel e de Raul Castro. Ela poderia está em sua casa e fazer como vários cubanos: apenas reclamar seus direitos para si mesma. Mas, Yoani Sánchez encontrou na internet, com o seu blog, uma janela para mostrar ao mundo uma Cuba real, desnuda de fantasias. Uma Cuba opressiva e um sistema de governo falido. Yoani é uma mulher de coragem. Reproduzo aqui, trechos da entrevista que ela deu à revista Veja.

Confira:

Como a senhora viu as manifestações hostis dos últimos dias?

Por um lado me sinto feliz por estar num país onde existe liberdade democrática e pluralidade. O problema é quando essas manifestações impedem e boicotam algo tão pacífico quanto a apresentação de um documentário ou uma sessão de autógrafos. Acho contraditório usar um espaço democrático para impedir que alguém se expresse livremente.

A senhora ficou amedrontada?

Não, porque conheço esses métodos do meu país: a coação e a difamação. Infelizmente, nos últimos anos vivi situações semelhantes em Havana e outras cidades.

Eles conhecem a realidade cubana?

Lamentavelmente, a maioria não conhece meu país, minha história ou meus textos. Eles acreditam numa Cuba estereotipada, uma ilha de esperança, com liberdade para todos. Cuba não vive um comunismo, mas um capitalismo de estado. Recomendaria que cada um deles morasse um tempo em Cuba para viver na pele a realidade de um mercado racionado, dualidade monetária, falta de liberdade, impossibilidade de se manifestar na rua. Depois desse tempo, duvido que continuem a defender o governo cubano. Tentam me calar porque divulgo uma Cuba menos parecida com o discurso político e mais parecida com a rua. Uma Cuba real.

Que Cuba é essa?

Uma Cuba linda, mas difícil. É importante diferenciar Cuba de um partido, de uma ideologia, de um homem. Ela é muito mais do que isso. É um país onde as pessoas precisam esconder suas opiniões com medo de represálias, onde muitos jovens querem emigrar por falta de expectativa, onde o estado tenta controlar todos os detalhes da vida. Onde colocar um prato de comida em cima da mesa significa submergir-se diariamente à ilegalidade para conseguir dinheiro.

Muitas pessoas de vários países costumam elogiar o sistema de saúde e o sistema educacional de Cuba. Esses elogios são pertinentes?

Nos anos 70 e 80, Cuba viveu o florescimento de toda a estrutura de saúde e educação. Foram construídas escolas e postos de saúde em toda parte graças aos subsídios soviéticos. Quando a União Soviética caiu, Cuba teve que voltar à realidade econômica. Os professores imigraram por causa dos baixos salários, a qualidade diminuiu e a doutrina aumentou. Exatamente como na área da saúde. Hoje, quando um cubano vai a um hospital, leva um presente para o médico. É um acordo informal para que o atendam bem e rápido. Levam também desinfetante, agulha, algodão, linha para as suturas. O governo usa a existência de um sistema gratuito de saúde e educação para emudecer os críticos, silenciar a população. Não passo todos os dias doente ou aprendendo, quero ler outros jornais, viajar livremente, eleger meu presidente, poder me manifestar, protestar.

Como funciona o sistema de aposentadoria em Cuba? 

Esse é um dos setores mais pobres. Um aposentado ganha cerca de 15 dólares conversíveis por mês. Como a maioria dos cubanos não vive do salário, mas do que pode roubar do estado dentro do local de trabalho, quando se aposenta ele perde essa fonte de renda. Em Havana é possível ver muitos velhos vendendo cigarros nas ruas.

Que tipo de racionamento existe em Cuba e como ele funciona?

Cada cubano tem direito a uma cota mensal de alimento com preços subvencionados pelo estado. Estudos dizem é possível se alimentar razoavelmente bem por duas semanas com essa cota. Nela existe arroz, açúcar – que por sinal é brasileiro –, um pouco de café, azeite e, às vezes, frango. Para sobreviver a outra metade do mês os cubanos precisam ter os pesos conversíveis. O salário médio na ilha é de 20 dólares. Um litro de leite custa 1,80 dólares. Por isso, as pessoas apelam para a ilegalidade: roubam do estado e vendem no mercado negro, prostituem-se, exercem atividades ilegais, como dirigir taxis ou vender produtos para os turistas. Graças a isso e às remessas enviadas pelos cubanos exilados é possível sobreviver. Uma revolução que rechaçou esses exilados agora depende deles.

A senhora disse que os gritos de ordem dos manifestantes brasileiros já não se escutam mais em Cuba. Qual lhe surpreendeu mais?

“Cuba sim, ianques não”, por exemplo. É uma expressão fora de moda. Em Cuba não usamos mais a palavra ianque para os americanos. Ela é usada apenas nos slogans políticos. Falamos yuma, que não pejorativo. Ao contrário, mostra um certo encanto em relação a eles. A propaganda oficial, de ataques aos Estados Unidos e ao imperialismo, criou um sentimento contrário ao esperado. A maioria dos jovens hoje é fascinada pelos americanos. Até acho ruim esse enaltecimento por outro país, mas é uma realidade.

O que os cubanos nascidos depois da revolução acham de figuras como Fidel Castro e Fulgêncio Batista?

Nasci em 1975, quando tudo já estava burocraticamente organizado. Na escola, apresentavam Fidel como o pai da pátria. Era ele quem decidia quantas casas seriam construídas, o que iríamos vestir. Na juventude, Fidel passou a ser uma figura distante. Diferente dos nossos pais, que viveram uma fascinação pela figura de Fidel, minha geração é mais crítica. O Fulgêncio Batista era o ditador anterior. A revolução tirou um ditador do poder e se converteu em uma ditadura.

As gerações mais antigas continuam fiéis à revolução? 

Existem os que creem realmente na revolução, sem máscaras nem oportunismo, um pequeno grupo. Os que já não creem, mas não querem aceitar que se equivocaram, porque entregaram a ela seus melhores anos, e aqueles que deixaram de acreditar no sistema e se transformaram em pessoas críticas.

Em 2007, o governo brasileiro deportou os boxeadores cubanos Guilhermo Rigondeaux e Erislandy Lara, que tentavam o exílio na Alemanha. Qual sua opinião sobre isso?

O governo brasileiro teve um triste papel neste caso, de cumplicidade. Quando os atletas retornaram, o governo cubano fez um linchamento público na imprensa oficial, com vários insultos. Fidel Castro falou na televisão que um deles foi visto com uma prostituta na praia. Os filhos e a mulher desse homem foram expostos a isso. Foi um episódio bastante lamentável.

Por que a ditadura cubana ainda tolera suas críticas?

Penso que a visibilidade que alcancei me protege. Sou vigiada constantemente, meu telefone é grampeado e existe uma série de mecanismos e estratégias para matar a minha imagem. Se não podem matar a pessoa, matam sua imagem.

A senhora é frequentemente acusada de receber dinheiro de governos contrários a Cuba para manter seu blog. Qual a origem desses rumores?

Faz parte da estratégia de difamação: não discutir as ideias, mas a pessoa. Para ter um blog é preciso muito pouco dinheiro. O meu está num software livre, o wordpress, e fica hospedado num servidor da Alemanha que custa 36 euros por ano. Em 2006, um amigo alemão pagou vários anos a esse servidor. Quanto à conexão, aprendi alguns truques. Por exemplo, vou a um hotel e compro um cartão de conexão que custa 6 dólares a hora. Como preparo quatro ou cinco textos em casa, programo para que sejam publicados em dias diferentes. Com esse método, consigo me conectar mais de cinco vezes com um único cartão. No twitter, publico via mensagem de texto.

Que lembranças levará do Brasil?

Muita solidariedade, pluralidade e, principalmente, o desejo de voltar. O pão de queijo também me encantou. Vou levar uma mala cheia deles para Cuba.

Cai ou não cai?


Embora sob proteção da maioria dos seus colegas senadores, Renan Calheiros está tendo dores de cabeça com as vozes roucas das ruas que pedem a sua saída da presidência do senado.

Recentemente manifestantes foram ao senado dizer que conseguiram 1,6 milhão de assinaturas eletrônicas de pessoas que repudiam o alagoano Renan na cadeira principal do senado. Neste domingo, 24, foram feitas manifestações simultâneas no Rio de Janeiro e em mais 29 cidades, inclusive em Alagoas, com dezenas de pessoas portando cartazes e expressando palavras de ordem contra o senador.

A manifestação foi organizada pela internet através de redes sociais. Outra manifestação já está marcada para o mês de abril deste ano.

 Renan Calheiros é acusado de crimes de peculato, falsidade ideológica e utilização de documentos falsos. A denúncia foi encaminhada ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas ainda precisa ser analisada para virar processo.

Será que ele suportará a pressão? E o Senado? Qual será o seu posicionamento? Renan Calheiros cai ou não cai?

Você conhece o seu pior inimigo?

Não importa onde você esteja ou o que está fazendo, seu pior inimigo está sempre com você - seu ego. "Não é o meu caso", você p...