quinta-feira, 26 de março de 2015

Juros do cartão de crédito atingem 342,2%

A taxa média de juros do crédito ao consumo ficou em 54,3% ao ano em fevereiro, o maior patamar da série histórica iniciada em março de 2011, informou nesta quarta-feira (25) o Banco Central. Em fevereiro do ano passado, a taxa estava em 47,9%. Os juros cobrados pelos bancos no cartão de crédito chegaram a 342,2% ao ano, na modalidade mais cara, chamada crédito rotativo.
Essa modalidade tem origem quando o consumidor deixa de pagar toda a fatura. Em fevereiro de 2014, essa taxa estava em 315,1%. No cartão de crédito parcelado, os juros chegaram a 112,6% ao ano. No cheque especial, os juros subiram de forma expressiva. Em fevereiro do ano passado, estavam em 156,7% e saltaram para 214,2% ao ano, a maior taxa de juros dessa modalidade desde março de 1996.
Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a elevação das taxas de juros reflete o atual ciclo de aperto monetário. De outubro para cá, o BC elevou em 1,75 ponto percentual a taxa básica de juros, a Selic, que agora está em 12,75% ao ano. 
Consumo
A elevação do custo do crédito e outros fatores, como o menor crescimento da economia, têm desmotivado as famílias a se endividarem, afirmou Maciel. Segundo os dados do Banco Central, o estoque de crédito livre (sem finalidade específica) para pessoas físicas caiu 0,3% em fevereiro em relação a janeiro, somando R$ 784,1 bilhões.
O caso mais emblemático é o de crédito para compra de carros, que caiu 5,2% nos últimos 12 meses, chegando a R$ 181,9 bilhões em fevereiro. As famílias também recorreram menos ao cartão de crédito à vista em fevereiro. O saldo dessa modalidade chegou a R$ 111,5 bilhões, depois de queda de 6,4% em relação a janeiro.
De acordo com Maciel, a tendência de moderação no crédito ao consumo não é recente, vem desde o final de 2013, e se explica também pelo maior comprometimento da renda das famílias com crédito imobiliário, que cresceu 26,7% nos últimos 12 meses. 
Estoque
Dentro de um cenário de inadimplência estável, o volume de crédito ofertado pelos bancos, tanto para pessoas físicas como para empresas, avançou 0,5% em fevereiro em relação a janeiro, totalizando R$ 3 trilhões, o equivalente a 58,6% do PIB (Produto Interno Bruto). As operações com taxa de juros e recursos livres aumentaram 0,1% no mês e cresceram 5,2% em 12 meses, somando R$ 1,5 trilhão.
O crédito com recursos controlados e subsidiados avançou 0,8% no mês, e 18,1% em 12 meses. A inadimplência para pessoas físicas com taxas de mercado, que estava em 3,7% em janeiro, subiu para 3,8% em fevereiro. 
Projeções
O Banco Central revisou para baixo a estimativa de crescimento do crédito para o ano, tendo em vista o comportamento da atividade econômica e a demanda por crédito. Se em dezembro contava com incremento de 12% no crédito total, agora o BC prevê aumento de 11%.
Fonte: O Estado

Como declarar consórcios de carros no Imposto de Renda 2015

São Paulo - Ainda que você não tenha sido contemplado com a carta de crédito em 2014, na declaração de Imposto de Renda os valores destinados aos consórcios de carros são considerados uma espécie de bem.
Diante dessa interpretação da Receita Federal, todas as parcelas do consórcio pagas no ano de 2014 devem ser declaradas na ficha “Bens e Direitos”, sob o código “95 – Consórcio não contemplado”.

No campo “Situação em 31/12/2013”, informe os valores pagos até o final de 2013 e no campo "Situação em 31/12/2014", declare a soma dos valores pagos ao longo de 2014 e nos anos anteriores.
Se o consórcio foi iniciado em 2014, a coluna de 31/12/2013 deve ser deixada em branco, sendo preenchido apenas o campo de 2014.
Em "Discriminação", informe o nome e o número de inscrição no CNPJ da administradora do consórcio, o tipo de bem, que no caso é um veículo, além da quantidade de parcelas já pagas e a pagar.
No site da Caixa é possível observar um exemplo de como preencher as informações na "Discriminação": "Consórcio Imobiliário adquirido da Caixa Consórcios, CNPJ: 05.349.595/0001-09, em xx/xx/20xx, Grupo xxx, Cota xxx, no valor de R$ xxx."
Repare que no exemplo a Caixa mencionou apenas o valor da parcela, mas vale informar também a quantidade total de prestações, descrevendo quantas já foram pagas e quantas resta pagar, conforme orientação da Receita. Quanto mais completo, melhor.
Informações como o CNPJ, o grupo, a cota e outras são enviadas pelo administrador do consórcio por meio do informe anual do Imposto de Renda.
Alguns contribuintes acham que o consórcio não contemplado deve ser lançado como dívida e o carro como bem. Mas ao declarar dessa forma a Receita pode entender que o carro foi comprado sem que o contribuinte tivesse recursos e pode interpretar que houve ocultação de fonte de renda.
Consórcio contemplado em 2014
Caso você tenha sido contemplado e tenha comprado o carro no ano passado, o campo "Situação em 31/12/2014", dentro do código 95, deve ser deixado em branco, sendo preenchido apenas o quadro "Situação em 31/12/2013", com o valor das parcelas pagas até essa data.
Para declarar a aquisição do carro, você deve abrir um novo item na ficha de "Bens e Direitos", mas dessa vez sob o código “21 – Veículo Automotor Terrestre”.
A “Situação em 31/12/2013” deve ficar em branco, e a “Situação em 31/12/2014” deve trazer a soma dos valores pagos pelo consórcio até então, incluindo o valor do lance, se for o caso.
No campo "Discriminação", informe os dados do automóvel (modelo, ano e placa) e os dados do consórcio - como o nome e o número de inscrição no CNPJ da administradora do consórcio, o tipo de bem, a quantidade de parcelas pagas e o valor do lance, se houver-, esclarecendo que você foi contemplado.
Se o contribuinte continuou pagando parcelas do consórcio depois da compra, seus valores deverão ser adicionados ao valor do carro como se fossem as parcelas de um financiamento (veja como declarar a compra do carro por financiamento).
Os consorciados que foram contemplados em 2014, mas não fizeram uso da carta de crédito, devem declarar da mesma forma que os contribuintes que não foram contemplados. A única diferença é que na "Discriminação" é preciso mencionar que a contemplação ocorreu, mas o valor não foi utilizado para a aquisição do bem até o dia 31/12/2014.
Consórcio iniciado e contemplado em 2014
Se você entrou no consórcio no ano passado e foi contemplado também em 2014, não é preciso declarar nada no código “95 – Consórcio não contemplado”.
Nesse caso, você deve registrar tudo sob o código “21 – Veículo Automotor Terrestre”, na ficha de "Bens e Direitos". No campo "Discriminação", é preciso informar os dados do veículo e mencionar que ele foi adquirido por meio do consórcio, informando os respectivos dados.
Seria algo como: "Carro Fiat Palio, ano 2013, placa xxx-xxxx adquirido com o Consórcio Imobiliário da Caixa Consórcios, CNPJ: 05.349.595/0001-09, em xx/xx/2013, no valor de R$ xxx.", conforme o exemplo do site da Caixa.
O campo "Situação em 31/12/2013" não deve ser preenchido e no campo "Situação em 31/21/2014", deve ser registrado o valor das parcelas pagas em 2014 somado aos eventuais outros valores pagos para adquirir o bem, como o lance.
Novamente, se o contribuinte continuar pagando parcelas do consórcio, os valores deverão ser declarados dentro do código do bem adquirido, como se fossem as parcelas de um financiamento.
Se as parcelas continuarem a ser pagas nos anos seguintes, elas deverão ser somadas ao valor do bem da mesma maneira nas próximas declarações, até que as prestações terminem e todo o valor do carro tenha sido pago.
Fonte: Exame/MSN




quarta-feira, 25 de março de 2015

Crise no atendimento

A palavra crise não sai da mídia. Nos últimos dias ela está mais presente do que nunca. Você ouve sobre crise financeira nos telejornais, no rádio, nas novelas, nos programas humorísticos, nos lares, nos bares, nas reuniões de jovens, adultos e idosos. É crise para todos os lados. Mas, hoje quero falar sobre outro tipo de crise. Aí você pergunta: Mais uma crise? Sim, exatamente mais uma crise. Essa crise pode ser presenciada no comércio de Várzea Alegre.

O péssimo atendimento em alguns dos estabelecimentos comerciais de nossa cidade é motivo de reclamação de grande parte da população. Essa crise é constatada em pontos comerciais de diversos segmentos: Bares, restaurantes, lanchonetes, postos de combustíveis, etc.

A crise do péssimo atendimento pode nos afundar ainda mais na crise financeira por razões simples.

Fala sério? Diga que você nunca entrou em um estabelecimento comercial de Várzea Alegre e não percebeu a cara dura do atendente? É isso mesmo. Com a cara fechada vem a famosa frase: “Diga”. Dizer o quê? Essa é uma palavra que por si só denota que você não será bem atendido e razão para sair às pressas de tal estabelecimento comercial.

O cliente, motivo da existência de uma empresa e fonte de lucro, quando mal atendido, a tendência é que procure outras opções para comprar, onde se sinta bem e satisfeito em suas necessidades.

O pior é que a crise de atendimento, às vezes é o reflexo dos respectivos empresários, os chamados “donos do negócio”.

Essa situação nos imprime a ideia de sermos coagidos a comprar naquele local. É tipo: “Se comprar bem, se não comprar, tudo bem também”.  E aí cabe a pergunta: Qual a razão de montarmos com tanto sacrifício um negócio, cuja razão é ter o cliente como fonte de lucro e sustentação desse negócio e renegamos a essa fonte de sustentação da empresa um excelente atendimento?

O empresário tem que ficar atento para a atenção que o seu cliente merece. A busca pela fidelização do cliente deve ser uma constante.

A melhor campanha de marketing que pode ser feita está em encantar o seu cliente. Portanto, prezemos por um excelente atendimento. Prepare bem os seus funcionários, desde o zelador ao seu executivo. Passe para eles a missão de atender bem e de encantar seus clientes para que atravessemos com alegria a crise financeira, pois o dinheiro pode até ser pouco, mais os nossos clientes precisam ser muitos e satisfeitos. Obrigado.

Marcos Filho – Empresário e graduando em administração



Empresário mineiro procura profissional que não utilize WhatsApp

O uso de aplicativos no ambiente de trabalho pode atrapalhar a nossa produtividade?
No caso citado a seguir, a resposta é sim, muito. O empresário Gilmar Gomes, de Uberlância, MG, teve que alterar o anúncio de oferta de emprego localizado em sua loja para “Precisa-se de Vendedora com Experiência (OBS: Sem whatsapp)”, pelo simples fato de que em 15 dias, 12 candidatas foram dispensadas por usarem excessivamente o app.
Ao G1, Gilmar relatou que “elas vinham e entregavam currículo, mas não passavam no teste. Ao invés de atender as clientes, ficavam com o celular em mãos. Só se ouvia o barulho do aplicativo” e que hoje vem encontrado dificuldades para arrumar boas funcionárias. “Eu não sabia mais o que fazer e foi então que surgiu a ideia. Antes de colar o papel na porta da loja, recebia quase 20 currículos por dia. Após o cartaz, em cinco dias não recebi nem dez. As pessoas passavam aqui e fotografavam o anúncio, outras riam e até comentavam as escritas, mas pedir emprego que é bom, nada”, analisou o empresário, que relatou ainda que “a intenção era que pelo menos no horário de trabalho o aplicativo fosse deixado de lado, pois as pessoas sentem falta de um bom atendimento, de um corpo a corpo”.  
Após algumas seleções frustradas e várias demissões, o empresário conseguiu encontrar uma funcionária que não utiliza o aplicativo e claro, a contratou. O nome dela? Aline Souza, de 35 anos. Em entrevista ao G1, Aline relatou que achou o anúncio engraçado, mas depois percebeu que seria uma boa oportunidade para ela retornar ao mercado. “Vi como positivo. Como eu não tenho WhatsApp, pensei 'essa oportunidade é minha'”, contou Aline.   
O anúncio, exposto na vitrine da loja, foi fotografado e publicado em um perfil do Facebook, sendo compartilhado mais de 400 vezes logo em seguida e, claro, sendo alvo de muitas críticas por parte de usuários que não concordam com a atitude do empresário.
Segundo o advogado especialista em direitos trabalhistas Rafael Garagorry, entrevistado pelo G1, o modo com que o anúncio foi escrito pode sim ser interpretado como discriminação. “A lei 9029/95 determina que fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego. Assim, entendo que a opção por pessoas que não tenham o referido programa no celular é uma prática discriminatória”, diz Garagorry.
No entanto, “se a utilização do programa está diminuindo a produção do funcionário, deverá o mesmo ser advertido ou não permitido de utilizar o programa durante o expediente, porém o simples fato de o candidato à vaga possuir o programa não poderá ser empecilho para que seja contratado”, completou o advogado.
Fonte: Administrador.com

Na hora de ir às compras, 84% dos brasileiros preferem visitar mais de um estabelecimento

Uma pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel mostra que cada consumidor tem seu jeito preferido de ir às compras, porém 84% dos lares brasileiros preferem visitar mais de 3 canais. Quando analisados por região, foi possível identificar que a Grande RJ é que mais mixa novos pontos de venda, onde 95% dos consumidores têm esse hábito. Logo em seguida vem a grande SP com 92%, Leste e Interior do RJ, com 88%, Norte e Nordeste com 85%, Interior de SP 82%, Centro Oeste com 80%, e Sul com 72%.
Segundo o levantamento 24% dos consumidores são considerados experimentadores. Gostam de novidades e de apreciar o momento da compra. Valorizam quando algum membro da família participa dessa experiência, e tendem a se influenciar na escolha do produto e da marca.

Outros 21% dos consumidores são apressados. Costumam tomar decisões rápidas e escolhem a loja mais próxima de casa. Uma das principais características desse comprador é que ele prefere pagar um pouco mais caro em seus produtos só para poder deixar o ponto de venda rapidamente. Outros 22% são considerados observadores e analíticos, sempre pensam cuidadosamente antes de comprar e fazem questão de receber conselhos dos vendedores. Estes preferem fazer das idas ao canal de compra uma experiência social, apreciando informações sobre os produtos nas gôndolas.
Existem aqueles que são suscetíveis a preços (18%), procuram as melhores promoções e usam seus cupons de desconto. Além disso, gostam de comparar os valores entre os canais de venda antes de comprar e prestam atenção ao 'preço por quilo/litro' e não apenas no preço unitário. Já 15% são decididos e práticos, sabem o que querem comprar e por conta disso fazem economias e uma compra mais equilibrada.
Fonte: Administrador.com

Seis rancores que marcaram a vida de Steve Jobs

Se existe algo em comum nas histórias de sucesso é que seus protagonistas acumulam fãs e desavenças, nem sempre na mesma proporção. Com Steve Jobs não poderia ser diferente. 

A nova biografia do fundador da Apple, "Becoming Steve Jobs: The Evolution of a Reckless Upstart into a Visionary Leader", apresenta uma série de rancores que, segundo os autores Brent Schlender e Rick Tentzeler, ele teria levado para o túmulo. O Olhar Digital, com base em um texto da VentureBeat, reuniu seis deles. Veja abaixo:

1 - Neil Young: O cantor teria criticado a qualidade sonora das músicas distribuídas pelo iTunes. Esse comentário irritou Jobs profundamente a tal ponto que o criador da Apple mandou devolver um presente enviado por Young como pedido de desculpas. 

2 - Michael Eisner, CEO da Disney: Segundo o livro, os problemas entre os dois surgiram por causa de negociações sobre a distribuição de conteúdo digital. Embora tenha conseguido atingir seus objetivos, Jobs guardou mágoas do CEO.

3 - Jean-Louis Gassée, ex-executivo da Apple: De acordo com o livro, Gassée teria dito a John Sculley, CEO da Apple em 1985, que Steve estaria planejando tirá-lo da empresa na ocasião. “Mesmo com a passagem de um quarto de século, Steve ainda rosnava toda vez que o nome do francês surgia”, conta a biografia.

4 - O cofundador da Adobe, John Warnock: Donos de produtos Apple conhecem a má-vontade da empresa com a Adobe e o Flash. No entanto, nem sempre foi assim. Antes, Warnock e Jobs eram parceiros, porém a Adobe passou a favorecer a Microsoft, provocando raiva em Steve Jobs.

5 - Jon Rubinstein, ex-executivo da Apple: Rubinstein foi fundamental na criação do iPod, mas deixou a empresa por não se sentir valorizado por Steve Jobs. Em seguida, virou CEO da Palm, fazendo com que Jobs nunca o desculpasse.

6 - Google: Assim como acontecia com a Adobe, Apple e Google eram empresas parceiras. Entretanto, a relação foi prejudicada pelo lançamento do sistema operacional gratuito Android. Jobs considerava o sistema uma cópia barata do iOS e os antigos amigos foram parar nos tribunais em uma batalha judicial que permanece até hoje.

Fonte: www.administradores.com.br/

terça-feira, 24 de março de 2015

Onde estão os achacadores?


Não é prudente dizer a verdade no Brasil. Cid Gomes, ex-governador do estado do Ceará e agora ex-ministro da Educação do governo do PT/PMDB foi punido por dizer a verdade, ao citar que existem de 300 a 400 “achacadores” entre os nossos 513 deputados federais. Pegando mesmo o maior número de achacadores declarados por Cid Gomes, foram poupados 113 parlamentares da Câmara Federal.
Cid fez uma declaração comum das ruas brasileiras. A grande maioria do povo tem como verdadeira a expressão que adjetiva os políticos do país, envolta em outras formas de expressão, não menos pejorativas: Enganadores, ladrões, surrupiadores e aproveitadores...

Cid não foi vítima de suas palavras, mas de uma circunstância política. Ao tentar fortalecer uma pequena gleba de partidos para fazer frente ao principal partido aliado do governo, que age como oposição, o PMDB, passou a ser cassado até cair ontem.

Para sua queda, contribuiu uma força de outra potência do PMDB, seu ex-aliado e agora adversário mais ferrenho, Eunício Oliveira, cujo nome fora rejeitado pelos Ferreira Gomes, sabe-se lá por que, para a disputa do governo estadual. Até os discursos dos acusadores de Cid parecem ter saídos da campanha de Eunício Oliveira.

O desejo de Cid, que acredita no governo Dilma, para ele credenciado, como o governo que cassa os corruptos e quer limpar o país, era muito simples; resgatar o governo da presidente das artimanhas e sede de poder do aliado PMDB.

Dilma, uma senhora “coitada”, vive sem prumo e sem rumo liderando um governo falido, dependente da banda podre do próprio partido ao qual pertence, o PT, e do grande amigo-inimigo, o PMDB.

Cid Gomes é santo? Claro que não. É político e para ser político nesse Brasil tem que ser tudo, menos santo. Mas, ontem ele representou a voz da grande maioria dos brasileiros. Cid Gomes não recuou. De pé assistiu sua queda engendrada por uma horda de políticos, como bem declarou, oportunistas, vingativos e que fazem muito mal à nação brasileira.

Talvez seja essa a hora do próprio congresso revisitar suas gavetas e vê se existe alguma honra para servir ao povo brasileiro, pois o que temos são, raras as exceções, nomes de congressistas encurralados em maracutaias, como é caso do senador Renan Calheiros e do suspeitíssimo Eduardo Cunha.

Se o povo brasileiro não aprova o governo da presidente, que hoje conta apenas com 13% de aceitação, o congresso e seus achacadores, são respeitados por muito menos; apenas 9% da nação brasileira.

Eduardo Cunha procurou confusão e achou. Derrubou o ministro mais foi acusado por Cid Gomes de representar os achacadores do congresso.
E a palavra achacadores, que também significa, ladrão, vigarista e adjetivo de quem pratica extorsão, sai das sombras dos dicionários para ganhar as passarelas da língua. Diferentemente do governo e do congresso, com suprema aceitação popular.

Mas, os achadores, que também podem ser os mercenários descritos por Maquiavel, não existem apenas no congresso, eles estão nos corredores das câmaras municipais e das prefeituras do Brasil, da maior à menor cidade, pousando de santo e extorquindo governos e o povo.

E para terminar, vamos citar Maquiavel: “O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta”.

Marco Filho

Você conhece o seu pior inimigo?

Não importa onde você esteja ou o que está fazendo, seu pior inimigo está sempre com você - seu ego. "Não é o meu caso", você p...